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24/03/2014 - 00:03

O avião brasileiro que nunca foi encontrado

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Já faz 3 semanas que o avião da Malaysia Airlines desapareceu. Satélites, aviões e navios estão empenhados nas buscas por possíveis destroços da aeronave mas, até agora, tudo não passa de esperança.

O que muita gente não sabe é que um avião cargueiro da Varig, aqui do Brasil, também desapareceu sem deixar pistas.

Trata-se do Boeing 707, que saiu no dia 30 de janeiro de 1979 do aeroporto de Narita, no Japão, com destino ao Galeão, no Rio de Janeiro. O voo tinha seis tripulantes e transportava 153 quadros do pintor Manabu Mabe.

Inexplicavelmente, nenhum sinal do avião foi encontrado até agora.

Uma reportagem do Fantástico falou sobre este fato curioso.

Autor: - Categoria(s): Curiosidade Tags: , , ,

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9 comentários para “O avião brasileiro que nunca foi encontrado”

  1. Fábio says:

    Foi ele? Rothschild herda uma patente de semicondutores ao desaparecer o voo MH370

    http://www.libertar.in/2014/03/foi-ele-rothschild-herda-uma-patente-de.html

  2. leuchebreu says:

    eu morando aqui sinto uma falta dessa porcaria de jornalismo…nooooottttttttt

  3. Marcelo says:

    O cara traça uma tese forçada sobre os óculos, o número 7, a bíblia e depois vem dizer que é absurda a tese de um disco voador ter abatido o avião. Mais uma vez o Fantástico encheu linguiça numa matéria que desde o início não tinha informações relevantes, ou seja, dados sobre as causas do sumiço da aeronave. De qualquer forma, valeu a tentativa Oneberto!

  4. André Goulart Ribeiro says:

    Provavelmente ocorreu despressurização no cargueiro da Varig, com subsequente ocorrência de hipoxia causando a morte instantânea da tripulação. A mesma causa da pane da pressurização pode ter contribuído para precipitar a aeronave ao mar em ponto distante da rota usual e aí o mistério se fez. Águas profundas na maior parte do oceano pacifico.

  5. Renato Gennari Isique says:

    Lamentável pelos tripulantes e seus familiares. Mas os quadros desse Manabu Mabe são umas bostas mesmo. Melhor que fiquem decorando as paredes de Bob Esponja, Patric e Cia Ltda.

  6. Renato Gennari Isique says:

    Lamentável pelos tripulantes e seus familiares. Mas os quadros desse Manabu Mabe são umas m… mesmo. Melhor que fiquem decorando as paredes de Bob Esponja, Lula Molusco, Patric e Cia Ltda.

  7. Fernando E says:

    Perguntem para os russos, talvez eles possam explicar sobre o avião abatido por estar levando uma carcaça de um MIG

  8. Maicon says:

    A dúvida é: se chinês come cachorro, tubarão pode comer chinês(es)?

  9. Humberto says:

    Cara, tem prazeres que só a internet proporciona (e não estou falando do que você está pensando).

    Lendo esse post, procurei sobre Manabu Mabe, para saber se haviam outros quadros dele além dos que ficaram no vôo. Descobri que quem conduzia esse vôo que sumiu era um comandante que havia sobrevivido a uma outra tragédia, onde fez um pouso forçado num avião da Varig devido incêndio no interior da cabine. Resultado: 123 mortos e 11 sobreviventes, dos quais 10 eram da tripulação e 1 era passageiro.
    Agora observe a história desse 1 cara:

    O passageiro sobrevivente:

    O jovem Ricardo Trajano, de 1,90 metro de altura, que viajou sozinho na fila 27 do avião, espalhado nas três cadeiras da penúltima fileira da classe turística , foi o único sobrevivente da tragédia entre os passageiros (dos dezessete tripulantes, sete morreram). Salvou-se por sair do lugar e ficar sentado perto da cabine de comando, respirando menos fumaça na área próxima do tapete do corredor. Ele conseguiu chegar ao pouso respirando gases tóxicos desmaiado e inconsciente, mas vivo, enquanto as pessoas morriam a sua volta, paralisadas em sua poltronas pelo gás carbônico da fumaça negra que envolveu todo o interior da aeronave em minutos. Ricardo foi retirado desmaiado e agonizando do avião, pelo primeiro bombeiro francês que chegou ao local, Jean-Marc Veron, oito minutos após o pouso forçado, que conseguiu abrir a porta principal do avião, encontrando um corpo caído encostado nela. Parte do seu corpo estava queimado porque após o pouso o teto do avião desabou em fogo sobre o interior da aeronave.
    Um ano após a tragédia do voo RG-820, já recuperado depois de passar dois meses internado no Hospital da Beneficência Portuguesa, no Rio de Janeiro, transladado de maca de Paris num voo especial da Varig, Ricardo Trajano entrou numa loja da Varig no Hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, e dirigiu-se à surpresa atendente do balcão de passagens dizendo: “No ano passado comprei uma passagem para Londres, mas o avião caiu e eu não cheguei lá. Acho que tenho direito a outra.” Levou a passagem na hora.

    kkkkkkkkkkkkkkk

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