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22/09/2015 - 12:00

Cenas de preconceito explícito

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precconceito

Na década de 90, existia um programa na extinta TV Manchete que abordava assuntos essencialmente polêmicos, seu nome era “Documento Especial”. Em um dos episódios, o programa foi até a praia da Barra da Tijuca para entrevistar alguns frequentadores. O que se vê no vídeo foi caracterizado pelo programa, na época, como “cenas de preconceito explícito”. Algumas pessoas falam sobre a convivência entre elas e moradores da Zona Norte.

O vídeo ressurge em um momento no qual o Rio de Janeiro discute a onda de violência que tomou algumas praias no último final de semana.

A propósito, a dona do comentário, hoje com 50 anos, disse que mudou a maneira como encara os fatos. Veja seu depoimento.

depoimento_video

Autor: - Categoria(s): Curiosidade, Video Tags: , , , , , , ,

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34 comentários para “Cenas de preconceito explícito”

  1. Thiago Moraes says:

    Deesculpa ai, mas não achei nada de mais..

    Sou preconceituoso por isso ???

    • Paulo André says:

      Não, esse é seu direito. Criou-se um “politicamente” correto do Cu! Que ninguém pode pensar o que quiser.
      Ela disse o que pensava. Tem gente que concorda tem gente que não. No final das contas e daí? Né? Existe gente idiota em todos os níveis da sociedade, uns mais porcos que os outros. A vida é assim. Pronto. Sem sentimentalismo.

      • Daniel says:

        Paulo, disse uma verdade infelizmente existem pessoas que acham q ser radical no politicamente correto(que nem se sabe se é tão correto assim). Mas independente de comentários e preconceitos o mais triste é ver que depois de tantos anos o RJ ainda tem arrastões e problemas nas praias, o que é mais vergonhoso do que qualquer comentário dela, pois mostra que em tanto tempo nada foi feito para melhorar a qualidade de vida dos moradores do Rio, seja zona norte, sul centro….

    • Gulliver says:

      Não, tambem penso assim e tenho amigos pobres e me dou muito bem, o foco da conversa foi distorcido por esta minoria que acha que tudo tem que se flores e poemas. O foco da conversa foram as pessoas sem educação, desordenadas que estragam e poluem o ambiente que visitam, que em sua maioria são pobres.

  2. MATEUS says:

    Põe o documentário completo pra se entender o contexto.

  3. traveller says:

    mais de 20 anos o vídeo e não mudou muita coisa, apenas que naquela época era mais fácil de dizer o que a maioria ainda pensa.
    nada a favor de preconceito, mas que tem pessoas sem noção isso vai ter sempre, também em um país desse como querer que alguém coloque o simples lixo que produz fora de forma adequada.

  4. carlos says:

    Nada mudou da década de 90, só não tinha tanta gente com medo de expor as ideias que nem hj, mas o pensamento garanto que é o msmo ainda.

  5. Solano says:

    “…postei o hino internacional comunista e chorei ouvindo”
    “Eu fiz campanha ativa para ela(Dilma)”

    Tô impressionado com tamanha evolução. ¬¬’

  6. Paulo says:

    Nossa!! Adorava documento especial. Já assisti o que podia pelo youtube. E quer saber? Nada mudou. Tudo continua igual. Há programas abordando o preconceito contra os gays, que falam sobre o nazismo, sobre a igreja universal… E nada mudou na mente do brasileiro.

  7. Leandro says:

    Ela não evoluiu tanto assim virou Comunista. Um passo a Frente e dois para traz.

  8. Henrique says:

    Olha só! A preconceituosa “evoluiu” e virou uma socialista q vota e apoia a Dilma. E o socialista Olavo de Carvalho “evoluiu” e virou contra esse governo ridículo. Sei não hein. Todo esse texto da mulher só me convenceu q ela continua um lixo intelectualmente.

  9. Carlos M says:

    Pessoas evoluem, mas isso infelizmente não muda o que foi feito ou o que foi dito.

  10. Cantarzo says:

    Preconceito? É atestado de um fato, são mal educados e baderneiros, tem nada de preconceito, já é um conceito.

  11. radesk says:

    Até a hora que ela falou da forofa com galinha… ela estava relativamente certa. Não por conta da condição aquisitiva que eu acho que a pessoa deve ser julgada. Até hoje existe o estigma de “farofeiro”. Que por sinal em Salvador, mermão… barraqueiro te cobra para ficar sentado na barraca que a prefeitura (com o seu dinheiro) pagou para ele disponibilizar de graça.

    Complicado mas pelo menos ela admitiu parte do erro e só por isso merece mais respeito que muita gente.

  12. jonas says:

    Se ela tem hoje 47 anos, o vídeo não seria de 1986??

  13. mula says:

    A tecnologia não mente e não é preconceituosa, o que as câmeras de segurança e tv mostram é fato!

    E, depois de ver as imagens do arrastão, como não ter medo ou ficar receoso com um determinado tipo de gente?

  14. jota says:

    Uma parte deste documentária que seria bastante interessante de ser mostrada seria a parte em que é sugerida a criação de “piscinões” para que esse pessoal não precisasse ir até a praia dos “bacanas”. E não é que fizeram! Um em Ramos e outro em São Gonçalo!
    Também não curto nenhum tipo de discriminação mas não posso deixar de sentir saudade da época de poder falar mais livremente, sem esse “politicamente correto” hipócrita de hoje. Agora, quanto a evolução, sei não…

  15. Vitor Bruschi says:

    Cara , na real não é preconceito impedir que as pessoas vem na praia por sua classe, mas eu não tiro a razão dela que muitos são maus educados , porcos e não tem a minima educação e quando dico educação é a de berço.
    Muitas pessoas que são menos favorecidas, acha que só pq é pobre tem o direito de humilhar xingar e agir com violência para se defender , e eu já tive exemplos ate em Ubatuba , praia que eu frequento, pedi para que a família que estava saindo pegasse o seu lixo e a resposta foi ” pega vc coxinha!” … então eu não acho errado ela algumas partes da opinião desta jovem.

  16. Rubia says:

    Concordo com tudo que foi dito nesse video.
    O que tem que parar é com esse mimimi de que as pessoas são todas iguais.
    Tá cheio de gente porca e relaxada, mal educada mesmo,
    pra essas ai tem que tirá os direitos mesmo, se se comporta como bicho seu lugar é no mato.
    O BRASIL PRECISA DE ORDEM.

  17. Harley Toniette says:

    É interessante ler nos comentários que se confunde liberdade de pensamento e expressão com liberdade de opressão aos outros. Liberdade de oprimir não tem nada a ver com liberdade de expressão. Ofender as pessoas e criar estereótipos não é liberdade, é ignorância e estupidez. O vídeo é estúpido, e manifesta uma opinião estúpida, retrógrada e ignorante. E ponto.
    Quem acha que isso é liberdade de expressão e que não poder fazer isso é ser oprimido precisa rever seus conceitos urgentemente.

  18. Jonas says:

    É interessante ver como existe gente estúpida ainda hj em dia, por alguns comentários. Eu já morei no subúrbio do Rio, e nem por isso era “farofeiro” ou sem educação. E como eu, boa parte. É claro, que nos subúrbios e periferias, há mais pessoas mal educadas, é uma questão de falta de educação mesmo, mas generalizar é um absurdo. E pior, é que uma coisa é protestar contra a falta de educação, outra, é ter raiva de pobre.

  19. Jonas says:

    Sobre os arrastões que vem acontecendo no Rio, é simples explicar. Nossas leis são ridículas e não punem nem educam os menores infratores. Esses menores debocham, fazem o que querem, pq sabem que não serão presos. A polícia enxuga gelo, enquanto não mudarem as leis nesse país ( e eu não me refiro somente à questão da maioridade penal, mas sim em apreender e obrigar o jovem a ficar detido e sendo educado), vai continuar do jeito q está, seja no Rio ou na cidade que for.

  20. Marcos Silveira says:

    Estou emocionado com o depoimento da senhora Angela.
    Antes, ela não gostava das pessoas mal educadas na praia.
    Hoje, ela escuta o hino comunista, que matou mais de 100 milhões de pessoas no mundo. Nossa! Quanta evolução!.

  21. paulo says:

    Os frequentadores da Barra foram colocados a frente de um povo com péssimos hábitos… o “povão” que invadia a praia e causava baderna,

    A opnião das pessoas não mudou nesses 20~30 anos, porém temos hoje, aquilo que é chamado “de a geração mais pau no cu que existiu” tudo é errado, e só o politicamente certo é o que vale.

    O próprio cara que apareceu mais adiante no vídeo falou que não era preconceito com o fato de ser pobre, mas a falta de educação e respeito por parte deles.

    A moça generalizou, infelizmente, porém era esse tipo “pobre” que ela conheceu. Da mesma forma que existe classe média e classe alta que não vale um centavo como pessoa, existe a população mais humilde que parece sentir prazer em ser relaxado e porco. É como diz aquele trecho de musica,.. “pensa que é bonito ser feio”.

    Como respeitar alguém que não se respeita? dificil… pra se ter bons modos não precisa nascer e “berço de ouro”. é algo que qualquer um pode fazer, basta querer!

  22. constantine says:

    Então ela agora com quase 50 anos teve a chance com o tempo de mudar o pensamento preconceituoso e nazista dela , más quem está no morro e desce pra praia não vai ter essa mesma chance de mudar seus conceitos pois não vão ter chance , ou seja ,ela pode errar , e depois se fingir de arrependida que tá tudo certo , más o garoto que hoje tem a mesma idade que ela e faz as mesmas besteiras que ela por ser jovem de mais não vai ter chance de redenção se depender da sociedade atual e dos governantes que ao invés de propiciar estudo e lazer para as comunidades , propaga a ira e preconceito exibido explicitamente hoje em dia nas novelas . sabe , na verdade eu vejo que o rico o branco , o burgues pode errar e se arrepender e após até se se redmir , más o pobre , o negro pra se arrepender tem que ser preso , ai sim como sai marcado pra se redmir , essa mulher é uma criminosa e devia ter sido imediatamente presa ,e após a prisão ter sido usada como exemplo , pra depois se redmir perante a sociedade , más o brasil dos porcos ladrões tem 2 pesos e 2 medidas ………… o morro tem ódio do asfalto por que o asfalto criou esse ódio da gente do morro que os nossos antepassados encurralaram lá ,com humilhações , conspirações , preconceito , pré julgamentos , perseguições …. se esse moça estivesse do outro lado do destino na situação das pessoas do morro , ela seria tão criminosa quanto qualquer criminoso do morro ……

  23. Thiago Lobato says:

    O pt vem se empenhando duramente em fazer esse embate. Separando as pessoas que trabalham para gerar impostos e os parasitas que vivem do impostos dos outros. Querem enfiar isso guela abaixo, achar que é normal tirar dinheiro do bolso do trabalhador pra ficar sustentando um bando de vagabundo com dinheiro publico.

  24. Chris says:

    Desculpa, mas preconceito racial é ligado diretamente a uma CULTURA imposta durante muitos anos, e não a um determinado sistema econômico ou um ideologia política, como algumas pessoas insistem em dizer. Generalizam como se todos de direita saíssem a noite vestidos de KKK para caçar negros.

  25. christian says:

    Textãoooooooooo!!!

  26. Tony Stark says:

    “Ontem mesmo postei o hino internacional comunista, e chorei ouvindo”

    Não precisamos discutir esse assunto, entrevistaram uma escória da sociedade, em com 47 anos evoluiu para algo pior.

  27. Renato Gomes says:

    Não sei exatamente o contexto e até talvez a fala dela possa ter sido distorcida, como ela mesmo disse no comentário, mas pessoas mal educadas deveriam sim ser banidas de certos lugares, quem joga lixo em local público ou faz arrastão principalmente. É crime inclusive. São sim pessoas detestáveis e repugnantes. Não deveriam ter vez essas pessoas, independente de sua classe, cor ou o que quer que seja.
    Educação e índole vai além de qualquer fator e nada justifica. Espero que um dia em que bons modos entre na moda.

  28. pedro garcia says:

    essa mulher esta certa e errada ao mesmo tempo.certa por que:mais de 25 anos se passaram e quase nada foi feito.ser pobre,morar na favela,na periferia,não significa fazer
    baderna.mas infelizmente,se pensa(o baderneiro) o contrario.e errada,da maneira como ela se expressou.só que ela jamais imaginou,que sua infeliz opinião,fosse repercutir negativamente 25 anos (ou mais).naquele tempo,não havia internet.então,a pessoa falava o que quisesse que não dava nada.hoje,qualquer um com celular,mesmo ultrapassado,consegue gravar coisas.ela se arrependeu ou tá com medo?se é nos dias de hoje,ela teria o seu registro da oab cassado,em menos de um mes.

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