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02/06/2016 - 00:02

O que dizer sobre o estupro?

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Leandro Karnal, professor da Universidade Estadual de Campinas e historiador, fez uma observação muito interessante a respeito do machismo e do estupro. Vale muito a pena prestar atenção.




Leandro Karnal – A Cultura do Estupro

Leandro Karnal – A Cultura do Estupro

Também no Youtube: https://youtu.be/fjgh_t12nV0

Publicado por Luc Anderssen em Sábado, 28 de maio de 2016

Autor: - Categoria(s): Video Tags: ,

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6 comentários para “O que dizer sobre o estupro?”

  1. Theo says:

    O estupro é um crime que causa ojeriza e deve ser punido com o máximo rigor, sendo caracterizado pela contrariedade ou ausência de consentimento da vítima. O estupro distingue-se, porém, do sexo consentido que pode ser praticado com um número ilimitado de parceiros simultaneamente. Para quem desconhece, basta buscar o significado do termo “gangbang” na internet e vídeos em sites pornográficos. Aliás, a subcultura do sexo (e não “cultura do estupro”) é muito difundida pelo movimento “funk carioca” que também cultiva a apologia ao crime organizado, este que, inclusive, pune rigorosamente o estupro nas comunidades que domina. Logo, em uma análise preliminar, não vejo como “machismo” ou “cultura do estupro” estranhar o fato de uma adolescente de 16 anos que posa ostentando armas e é conhecida por conviver com traficantes e usar drogas, estar em um barraco de dois cômodos com 33 homens. Somente ao final da apuração do fato poderá se constatar se houve ou não crime. Comprovado o delito, espero sinceramente que os estupradores sofram a mais rigorosa punição. De qualquer forma, vale a reflexão sobre a apologia do sexo perpetrada pelo “funk carioca” que vem influenciando até crianças, bem como a ausência efetiva de políticas sociais nos aglomerados urbanos, pois na falta do Estado não há lei, e onde não há lei, há crime.

  2. Bruno says:

    Não existe cultura de estupro, mulher também praticam tal ato e não é incomum o detalhe é se não denuncia não há como saber, o que existe mesmo é a cultura da impunidade essa sim tem que ser combatida, pq todos sabemos que mesmo que fortaleça as leis a pena nunca passara de 30 anos e alem disso temos o problema de muitos serem réus primários e ainda tem beneficio de progressão da pena, se vc cumpre 1/6 dependendo do comportamento e um advogado vc já consegue um semi a aberto, ou seja 5 anos, o que falta aqui é prisão perpetua para crimes assim, e se a pessoa é condenada a 30 anos que ela fique pelo menos 20 sem nenhum beneficio como visita intima, comidinha da mamãe e 3 refeições ao dia sem pelo menos ter um trabalho dentro da prisão, coloque penas mais duras, arme o cidadão e em poucos anos a criminalidade vai cair muito, estupros também, já que existe em todo o mundo, existem muitos caso mais só dão destaque a 1 se fosse combater pelo menos dariam uma notinha no jornal noticiando outros casos que ocorrem todos os dias que se quer chegam a publico por causa que a mídia escolhe aquele que ela considera mais rentável.

  3. Agnóstico teísta says:

    O machismo cresce junto com a doutrina evangélica, são gêmeos siameses.

  4. Rodrigo says:

    E agora essa onde de protestos da mulherada de peito de fora contra o estupro como se todos os homens já nascessem um estuprador em potencial, realmente não sei como isso ajuda em alguma coisa. Estuprador não é estuprador porque é homem, ele é estuprador porque é bandido, criminoso, delinquente, e bandido não se conscientiza, bandido se pune. Deveriam fazer protestos pedindo uma punição mais severa pra esse tipo de crime. Um criminoso desse não vai se conscientizar vendo um protesto de peitos ou uma hashtag.

  5. Anderson says:

    Concordo com o Bruno, o que falta é réu ser realmente punido, hj em dia no Brasil o vagabundo tem mais direito do que o cidadão de bem. O que tá ocorrendo é uma inversão de valores. E outra, ao contrário do meu que muitos pensam, todo presidiário tem que ter sua integridade física preservada enquanto estiver sob cautela do estado, Bobo de quem acha que os caras tomam corretivo no presídio, mto pelo contrário tem segurança 24 horas, pois se algo acontecer ainda acaba sobrando processo prós agentes penitenciários que “não evitaram q acontecesse”. Ou seja os caras tem mais segurança e benefícios dentro do que fora da cadeia….aí eu te pergunto percivial e o cidadão de bem onde entra nessa história? ? R: pagando imposto pra manter td esse ciclo.

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