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26/07/2016 - 00:01

Artista ‘traduz’ pichações e mostra o que elas querem dizer

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Sabe aquelas pichações que parecem palavras e que ninguém entende nada? Mathieu Tremblin, um artista francês, decidiu modificar as imagens onde aparecem essas inscrições para nos mostrar o que aquelas pinturas querem dizer. Neste caso, a maioria mostra apenas os nomes dos pichadores. Confira.

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9 comentários para “Artista ‘traduz’ pichações e mostra o que elas querem dizer”

  1. Becker says:

    Estes rabiscos são conhecidos como “TAG” e não é um GRAFITE, isso não passa de uma pichação. Grafite é bem diferente e com toda certeza podemos chamar de arte.

  2. The Crow says:

    …lixo feito por lixo, coberto por lixo de um ex-lixo que tenta transformar o lixo em algo útil… mas lixo de verdade é lixo.

  3. gui says:

    Tirando eles mesmos, ninguém liga pro que esta escrito nestes garranchos inúteis.

  4. Grilo says:

    O que levaria alguém a rabiscar prédios, muros, casas e monumentos?

    Para descobrir as motivações de tais práticas, devemos recorrer ao estudo comparativo com o comportamento animal, pois apenas neste âmbito encontramos similaridades com as manifestações que pretendemos analisar. Não vai aí nenhuma ofensa. A análise comparativa do comportamento dos animais foi objeto de estudos de pesquisadores como Konrad Lorenz (Etologia) e B.F.Skinner (Behaviorismo). Muito se surpreenderiam como reproduzimos comportamentos instintivos dos animais, como defesa territorial, etc.

    Os animais da natureza, e mesmo domesticados, tem um forte instinto territorial. Marcam, delimitam e defendem agressivamente os seus territórios. Nisto o reino animal faz uso das partes mais arcaicas do cérebro, ou o chamado complexo R..

    Os répteis possuem o complexo R apenas. Os mamíferos têm em acréscimo uma estrutura mais complexa chamada sistema límbico. Já, nós, humanos, temos ainda o neocórtex que nos distingue dos animais irracionais.

    Uma pessoa usar as partes mais primitivas de seu cérebro, a despeito das possibilidades mais elevadas, é algo a pensar.

    Analisemos o meio em que vivemos. Casas e prédios muito parecidos. Muitas pessoas e aglomerações. Não existe uma definição clara do espaço de cada um. Estas características tendem a provocar, muitas vezes, desconforto e até ansiedade e fobias.

    Além disto, a sociedade de consumo, que é a soma de cada um de nós, tende a valorizar as pessoas pelo o que têm e não pelo que são.

    Então, sem reflexão sobre o que o incomoda, o indivíduo sai a marcar os objetos a sua volta para sentir-se “melhor” ou diminuir a frustração de não ter o patrimônio que a rodeia, como quem diz: Isto é meu; este é meu espaço; isto não me ameaça.Seria bom se os pichadores refletissem um pouco sobre suas motivações

  5. Gi says:

    Ou seja não quer dizer nada, esse lixo não passa do equivalente dos idiotas ao xixi que o cachorro faz no poste: demarcação de território. Tem que ser mt troxa

  6. Henrique says:

    Acho grafite super bacana, mas pichação me tira do sério. Minha cidade está toda tomada por pichação, não tem um único muro ou fachada que não tenha esses garranchos. Não consigo entender alguém que acha o máximo destruir, sujar e enfeiar o próprio lugar onde mora. Pra mim é uma das maiores demonstrações de babaquice, de falta de respeito. Odeio, vontade de dar uma porrada nesses manés!

  7. Davi says:

    Atitude bosta do cara atravessando as tag dos pixador!

  8. Sandra says:

    A penúltima foto, algum brasileiro escreveu cú, e o cara achou que fosse cli rsrsrsrsrs

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