A única vinheta do mundo que causa pânico nos telespectadores

Logo alguém pergunta: “Meu Deus, quem morreu?” não é verdade?

O Plantão da Globo é como é chamado o plantão de notícias da Rede Globo, que de vez em quando interrompe a programação normal da emissora para dar uma notícia urgente, geralmente de grandes tragédias.

A vinheta do Plantão da Globo e especialmente seu arranjo musical é muito criticada por telespectadores por causar “pânico” quando entra no ar. Geralmente, quem dá a notícia que chega é o apresentador do próximo telejornal que será exibido ou do telejornal que acabou de ir ao ar(se a notícia chegar durante o programa seguinte a ele). Se a notícia chegar durante a madrugada ou no domingo pela manhã, um repórter tem que entrar no ar urgentemente para dar a informação.

Veja abaixo alguns plantões que marcaram a história da nossa televisão:

[Clique sobre o título dos vídeos para ver ]

13 de agosto de 2006 – Exigências do PCC no sequestro do Repórter da Globo.
O seqüestro de uma equipe da Rede Globo, ocorrido em 12 de agosto de 2006, foi uma ação planejada pela facção criminosa PCC com o objetivo de forçar a divulgação, pela maior emissora de TV do país, de um manifesto em vídeo criticando a postura do governo do estado de São Paulo em relação ao sistema carcerário paulista.
17 de julho de 2007 – Tragédia da TAM no Aeroporto de Congonhas.
Avião da TAM caiu sobre um depósito em Congonhas, São Paulo. 199 pessoas morreram no pior desastre aéreo brasileiro. Este pode ter sido um dos plantões mais dramáticos já feitos pela emissora. Foram apresentados três nesse dia. Em interrupções, duas novelas foram atingidas por este caso: Sete Pecados, por duas vezes, e Eterna Magia, por uma. Os três plantões foram ancorados pelo jornalista William Bonner, do Jornal Nacional. Nota-se que ele aparenta estar confuso e desacreditado com o que havia acabado de acontecer. Antes de anunciar a tragédia, informou a hora de Brasília (19h07min), algo incomum em noticiário urgente. O plantão marcou 34 pontos de média, segundo o Ibope, e foi a quarta “atração” mais vista na Globo na semana em que ocorreu o acidente.
2 de abril de 2005 – Morte do Papa João Paulo II.
Nesse fato, o plantão só foi usado na hora de anunciar o falecimento do papa, depois foi substituido por uma vinheta especial intitulada O adeus a João Paulo II.Apresentado por Fátima Bernardes no Rio de Janeiro e William Bonner,direto do Vaticano.

Plantão especial – Guerra em Bagdá ao vivo – Impressionante.

Uma vinheta foi feita exclusivamente para a cobertura da Guerra no Iraque, que sempre interrompia a programação com os ultimos acontecimentos da Guerra.
11 de setembro de 2001 – Ataques nos EUA.
Uma data histórica. Atentados nos Estados Unidos, em que dois aviões são lançados a um símbolo de Nova Iorque, o World Trade Center. 2800 pessoas morreram, nesta tragédia. Nesse dia, a vinheta tradicional do Plantão foi trocada por vinheta especial criada às pressas pela Rede Globo, chamada Terror no EUA.Apresentado por Carlos Nascimento e Fátima Bernardes.
Libertação de Roberto Medina.
Roberto Medina foi libertado. Estava grogue por ter passado quinze dias comendo sanduíche de queijo e tomando refrigerantes, jogado de calção num quarto escuro e às vezes dopado com tranqüilizantes. “Acho que passei duas semanas sem dormir”, foi uma de suas primeiras frases aos advogados e repórteres que o receberam das mãos de Maurinho Branco.
Tancredo operado às pressas.
O primeiro plantão, que ainda era selo, chamado Plantão JN, do Jornal Nacional, noticiando a operação às pressas do presidente recém-eleito Tancredo Neves, prestes à assumir o cargo federativo.

6 de agosto de 2003 – Morte de Roberto Marinho.

Morre Roberto Marinho, fundador das Organizações Globo. Apresentado por Ana Paula Padrão.
8 de dezembro de 2000 – Prisão do juiz Nicolau dos Santos Neto.
Nicolau, o ex-senador Luís Estêvão e os donos da Incal foram acusados de desviar verbas gigantes dos cofres públicos. Em 1995 o Tesouro já tinha liberado cem milhões de reais, mas desta quantia só a quarta parte tinha sido devidamente aplicada. Em apenas um ano (1996) foram destinados 52 milhões de reais para a “construção” do prédio e, no entanto, nenhuma autoridade parece ter se dado conta das irregularidades.
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