Desaparecimento do padre balonista já custa R$ 564 mil para o Governo

Vazou para a imprensa o custo temporário das buscas oficiais ao padre Adelir de Carli, que levantou vôo em Paranaguá, com balões de festa coloridos cheios de gás hélio.

Segundo o Distrito Naval do Rio Grande, até o momento as buscas ao padre já custaram R$ 564 mil aos cofres públicos.

Parte dos recursos foram utilizados pela Aeronáutica, que disponibilizou um avião para patrulhamento. Cada litro de combustível custa cerca de R$ 3,20, sendo consumidos 8.989 litros somente nos quatro primeiros dias de trabalho.

Os maiores gastos, cerca de R$ 520 mil, foram consumidos pela Marinha, que utilizou um navio, um helicóptero, um rebocador e algumas lanchas. De acordo com o Último Segundo, o restante foi usado para custear despesas de telefonia, alimentação e gastos gerais com os profissionais. Um grupo de 15 soldados do Exército também fizeram no início da semana, 24 horas de rastramento nas matas da Praia Vermelha.

O Corpo de Bombeiros também participou usando barcos, jet ski e um helicóptero. Segundo o comandante dos Bombeiros Voluntários de Penha, Johnny Coelho, em 11 dias de trabalho foram gastos, cerca de R$ 4 mil entre alimentação e combustível.

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