8 médicos históricos e absolutamente assustadores

Uma das profissões mais nobres do mundo também sofreu (e ainda sofre) com a atuação de profissionais nada éticos. Desde os primórdios, a população tem convivido com pessoas que, por algum tipo de motivação, buscam nos pacientes a válvula de escape ideal para seus desejos mais insólitos e inescrupulosos.

Jack Kevorkian

Jack Kevorkian é conhecido por acabar com a vida de seus pacientes em estado terminal, utilizando o suicídio assistido. Conhecido como “Dr. Morte”, Jack foi responsabilizado pela morte de mais de 130 pacientes. Em 1988, ele construiu a máquina do suicídio, que possibilitava aos pacientes suicidar-se apenas apertando um botão que liberava uma combinação de drogas no organismo. Após ter sua licença médica revogada, ele parou de prescrever drogas e passou a usar monóxido de carbono nos suicídios assistidos. Em um dos casos mais polêmicos, Rebecca Lou Badger, 39 anos, havia sido diagnosticada como portadora de esclerose múltipla. Morreu assistida por Kevorkian. Após feita a necrópsia, não foi constatada qualquer evidência da doença.
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Walter Freeman

Embora não tivesse formação científica, Freeman especializou-se em neurologia. Mesmo não expondo intenções maliciosas, Freeman acabou efetuando 3500 lobotomias nos EUA, a maior parte delas com pouca base científica. Apesar de lobotomias hoje serem raramente usadas, Freeman contribuiu para aperfeiçoá-las e chegou a “curar” um paciente com o procedimento. Ele inventou um aparelho que possibilitava a lobotomia transorbital. O aparelho era semelhante a um picador de gelo, que era introduzido rapidamente. O problema é que o aparelho às vezes acabava perfurando o cérebro do paciente. Acredite ou não, Freeman permanecia fazendo a cirurgia. Depois de algum tempo, o picador deu lugar a um instrumento chamado leucotomo.
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Harry Howard Holmes

Holmes foi o primeiro assassino em série a ser enforcado na América. Ele foi para a Universidade de Michigan Medical School, em 1884, para se tornar médico. Durante este período, muitas vezes ele roubou corpos no laboratório escolar e afirmou que tinha sido morto acidentalmente. Depois que se formou, ele mudou-se para Chicago e começou a trabalhar numa farmácia local.
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Arnfinn Nesset

Apesar de tecnicamente não ser médico, Nesset foi acusado de matar 22 de seus pacientes. Todos eles foram mortos com uma injeção letal de Curacit, que é um relaxante muscular. Por causa da escolha da droga, as investigações para incriminar Nesset tornaram-se difíceis. Dois anos foram necessários para condená-lo.
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Carl Clauberg

Um dos muitos médicos que realizaram experiências em campos de concentração nazista, especialmente Auschwitz. Depois de receber o cargo de médico-chefe e estudar ginecologia, ele se tornou professor na Universidade de Konigsberg. Depois de tornar-se nazista, em 1933, Clauberg queria desesperadamente encontrar uma maneira barata e fácil de esterilização mulheres. Muitas vezes ele utilizou ácido líquido injetado no útero. As mulheres cujos ovários foram danificados, tinham o órgão enviado para Berlim para mais pesquisas. Cerca de 300 mulheres foram submetidas aos procedimentos médicos de Clauberg. Mais tarde ele foi preso, solto e preso novamente, mas morreu antes de seus julgamento.
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Harold Shipman

Shipman foi o único médico britânico da história considerado culpado pelo assassinato de seus pacientes. Muitos dizem que ele é o mais famoso serial killer da história. Ele foi condenado pela morte de 218 pessoas, mas como algumas vítimas não puderam ser identificadas, este número deve ser bem maior. Em 1974, ele tornou-se médico clínico em West Yorkshire. Muitos de seus pacientes morreram, principalmente devido a injeção de diamorfina. Em janeiro de 2004, ele enforcou-se em sua cela na prisão.
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Michael Swango

Embora legalmente acusado de apenas três assassinatos, muitos dizem que Swango é responsável por mais de 60 mortes. Tudo começou quando ele entrou na Southern Illinois University Medical School e desenvolveu fascínio pela morte de pacientes. Ele foi preso por posse de arsênico e outros tipos de veneno. Swango acabou confessando participação na morte de três de seus pacientes.
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Josef Mengele

Como oficial alemão da SS, Mengele é provavelmente o nome mais amplamente conhecido desta lista. Reconhecido também como o “Anjo da Morte”, Mengele era o principal médico encarregado de determinar quais os prisioneiros estavam em melhores condições para o trabalho forçado, e os que estivessem muito fracos precisavam ser mortos. Além de escolher o destino das pessoas, Mengele era conhecido por suas experiências humanas. Em Auschwitz, Mengele era muito interessado em aprender mais sobre a hereditariedade e, muitas vezes fez experiências com gêmeos idênticos. Sabe-se que ele separou 10 deles, colocou-os para dormir e, em seguida, administrou clorofórmio para matá-los. Em seguida dissecou cada um deles para comparar seus corpos. Além deste experimento, ele também realizou experiências sobre como mudar a cor dos olhos injetando corante nas íris.

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