9 grandes enigmas que ainda fascinam da humanidade

O CONTINENTE PERDIDO

O fascínio que a Atlântida exerce sobre a humanidade já rendeu mais de 25 mil títulos de livros, filmes, seriados de TV, e milhões de dólares a seus produtores. Mas, de fato, o continente perdido teria existido? Esta é a pergunta que vários arqueólogos tentam responder em suas expedições em busca da civilização que as águas teriam exterminado.

Diz a lenda que o mundo fora dividido entre os diversos deuses existentes. Atlântida teria ficado com Posêidon, que a repartiu entre seus dez filhos. O progresso trouxe a necessidade de expansão territorial. Mas os atlantis foram derrotados em confronto com o exército ateniense. Teriam então se entregado ao vício e às perversões. Como castigo, Zeus, o deus dos deuses, fez com que terremotos e maremotos levassem o continente para o fundo do mar. As únicas evidências de que esta civilização existiu estão nas narrativas de Platão. A fonte do filósofo grego teria sido um sacerdote egípcio. Segundo Platão, o continente estaria localizado além do Estreito de Gibraltar e teria uma área maior que a da África.

Nada foi comprovado pela ciência.

TRIÂNGULO DAS BERMUDAS

Com uma área de 1,14 milhão de metros quadrados, a região começa nas proximidades de Melbourne, na Flórida (EUA), passa pelas ilhas Bermudas (Caribe), Porto Rico, e termina de novo na Flórida, formando um triângulo imaginário.

Ficou famosa porque, segundo as lendas, “afundava” qualquer avião ou navio que por ali circulasse. O primeiro caso registrado foi o de um navio da marinha americana desaparecido em 1918 sem deixar qualquer vestígio.

Durante a Segunda Guerra Mundial, seis aviões militares dos EUA teriam sumido nas águas. A partir deste caso, as atenções voltaram-se para o poder misterioso do triângulo. Muito se escreveu sobre ele, mas o assunto sempre foi tratado como uma força sobrenatural relacionada com a presença de alienígenas em nosso planeta. O misticismo só foi desfeito com o livro The Bermuda Triangle Mystery – Solved (O Mistério do Triângulo das Bermudas – Solucionado), do escritor Larry Kushe. Piloto comercial, ele teve acesso a todos os relatos da Marinha, arquivos de jornais e revistas e ainda testemunhos de pessoas que se relacionaram ao episódio do desaparecimento dos seis aviões, ocorrido em 1945. Kushe concluiu que tudo não passou de uma grande sucessão de erros. Segundo ele, naquele dia, os instrumentos de navegação e comunicação do avião que comandava a missão falharam durante o vôo. As demais aeronaves da esquadrilha não tinham equipamentos. Perdidos, voaram até acabar o combustível sem conseguir pousar. Caíram no mar e, segundo, Kushe, os destroços devem estar em águas profundas ainda não investigadas.

O ENIGMA DA ESFINGE

No final da década de 30 o paranormal Edgar Cayce previu que haveria, entre as patas da Esfinge, uma câmara secreta. Ali existiria um gigantesco arquivo com os documentos sobre a história de uma civilização brilhante que existiu na região por volta de 12 mil a.C. Mais: a imensa biblioteca abrigaria ainda todos as provas e registros sobre a Atlântida, o continente perdido. De fato, testes realizados com sonares, em 1993, comprovam a existência da sala oculta. A decisão de abri-la depende do governo egipício.
AS CABEÇAS DE LA VENTA

Os achados arqueológicos da civilização olmeca estendem-se desde o México até El Salvador. Mas é na cidade de La Venta onde estão os mais intrigantes exemplos de sua cultura. Ali estão espalhadas 17 cabeças de pedra. Esculpidas em basalto vulcânico há mais de 3 000 anos, chegam a ter quase 3,5 metros de altura e pesam 20 toneladas. Fica dificíl imaginar como foram movimentadas – algumas estão no topo de montes com mais de 50 metros de altura. Mas, há algo ainda mais intrigante: como explicar a existência de uma escultura de um negro usando capacete. Segundo os especialistas, os negros chegaram ao continente americano três mil anos depois.
STONEHENGE

Construído em Witshire, na Inglaterra, entre 3 500 a.C. e 1 500 a.C., o monumento já aparecia citado em uma obra do grego Hecateu de Abdera. Ele falava de um templo dedicado a Apolo, o deus do Sol,. feito de pedras dispostas em círculo. Pelo que se sabe, os blocos foram retirados de montanhas gaulesas a cerca de 400 km de distância, com direito a travessias marítimas. Os estudiosos ainda não conseguiram encontrar uma explicação para isso. Afinal, os antepassados poderiam ter buscado pedras parecidas bem mais perto. Além disso, como transportar blocos que pesam mais de 50 toneladas por uma distância tão grande?
TONELADAS DE PEDRAS SOLTAS NO AR

A Ilha de Páscoa (Rapa Nui, no idioma polinésio) é conhecida por abrigar mais de mil estátuas de pedra – os moais. Esculpidos no século VIII, têm mais de 5 metros de altura, alguns chegam a 21 metros. Os arqueólogos batem cabeça para tentar decifrar o significado desses monolitos. Já descobriram que simbolizam os chefes das dez grandes tribos que povoaram a ilha. Mas, por que estariam todos de costas para o mar? Dizem os nativos que os moais são guardiões e foram construídos para oferecer proteção à ilha por meio de uma “energia” emitida de seus olhos. Por isso, jamais estariam de costas para a ilha.

A ciência tem ainda outra questão para esclarecer: como esses imensos blocos de pedra, que pesam dezenas de toneladas, foram deslocados pela ilha? Que engenharia teria sido capaz de erguê-los? A explicação dos nativos é ainda mais difícil de acreditar: os antepassados teriam usado a levitação para movê-los.

PEGADAS DO RIO PALUXY

Uma descoberta ocorrida no Estado do Texas (EUA) deixou o mundo científico em polvorosa ao lançar um torpedo em um dos pilares do conhecimento humano. Qualquer paleontólogo que se preze sabe que entre os seres humanos e os dinossauros há uma diferença de pelo menos 60 milhões de anos. Acontece que, no final da década de 30, o explorador Roland Bird encontrou pegadas de dinossauros no rio Paluxy que tinham mais de 100 milhões de anos ao lado de (sim!) pegadas da mesma idade, e que seriam de humanos. Claro que o problema é conseguir provas. A comunidade científica duvida e tem toda a razão: caso isso se confirme, toda a teoria da evolução das espécies poderá ir por água a baixo.
DOIS ENIGMAS EM UMA MESMA FOTO

Conhecida por suas vastas plantações de cereais, a região de Wiltshire, no Reino Unido, é um caso à parte. Ali estão marcas de, supõem-se, espaçonaves que visitaram a Terra. Pode parecer absurdo, mas, há ainda algo mais fantástico. Quem se aproxima dos círculos pode sentir sentir dor de cabeça, náusea e fadiga. O fenômeno já foi estudado por cientistas, mas até hoje não se tem um veredito.

Outro mistério de Wiltshire é o monte Silbury (ao fundo na foto). Erguido pelo homem, há mais de quatro mil anos, é o maior monte artificial do planeta. Tem 40 metros de altura e um volume de 248 mil metros cúbicos de terra, pedras e outros mibérios. Na ponta do lápis, seria preciso mais de 2 mil anos para construir algo de tamanha envergadura. A pergunta que se faz é: afinal, para que tanto trabalho? Ainda não se sabe de quem teria sido a idéia. Diz a lenda que seria o túmulo de um cavaleiro vestido de armadura dourada. Mas as escavações não encontraram nenhum sinal do herói.

UM ET?

Na lista de objetos inexplicáveis encontrados mundo afora, está o crânio que aparece nesta foto. Publicada em 1995 no livro The Search For Ancinet Wisdom, de Robert Connoly, mostra deformidades exageradas jamais observadas em crânios humanos. Nem mesmo um neandertal seria desse jeito. A sugestão é de que seriam “ossos” de extraterrestres. Há ainda outros exemplares no Museu de Paracas, no Peru, e no Museu do México.

Fonte: IstoÉ

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