A Copa do Mundo de 2026 não movimentou apenas torcedores, patrocinadores e atletas. Segundo uma reportagem do Daily Mail, o torneio também provocou uma corrida de acompanhantes de luxo para cidades como Los Angeles, Nova York e Dallas. Entre elas está Claudia, uma profissional britânica que viajou de Londres aos Estados Unidos e afirma ter atendido tanto fãs milionários quanto jogadores de futebol de alto nível durante a competição. Ela revelou que alguns encontros rendiam cerca de US$ 2 mil, enquanto dias inteiros de atendimento podiam ultrapassar a marca de US$ 10 mil.
De acordo com Claudia, muitos dos clientes buscavam experiências que não costumam vivenciar em seu cotidiano. A acompanhante afirmou que recebeu pedidos considerados inusitados, envolvendo encenações, fantasias e relações de dominância e submissão. Sem revelar identidades devido a acordos de confidencialidade, ela disse ter atendido atletas conhecidos internacionalmente, descrevendo-os como figuras importantes do futebol. Os encontros aconteceriam em hotéis de luxo bastante frequentados por celebridades, incluindo estabelecimentos tradicionais de Beverly Hills.
“Acho que é um tipo de relaxamento para eles — algo que normalmente não têm em casa”, disse ela.
Em entrevista ao Daily Mail em 23 de junho, Claudia descreveu seus encontros com estrelas do futebol como impacientes, acrescentando que eles só começam a querer conhecê-la um pouco melhor “se quiserem contratá-la novamente”.


O aumento da procura por esse tipo de serviço durante o Mundial chamou a atenção não apenas do mercado de acompanhantes, mas também das autoridades americanas. Estimativas apontam que milhares de profissionais do setor viajaram para a América do Norte durante a competição, atraídos pela expectativa de altos ganhos. Ao mesmo tempo, órgãos de segurança intensificaram operações e campanhas de conscientização por causa do risco de exploração sexual e tráfico humano, problemas que historicamente costumam preocupar autoridades durante grandes eventos internacionais.


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