Estes são os finalistas de um curioso concurso de salto em altura, no Quênia. Mas, observe o que para eles significa “salto em altura”.
QUEM FAZ
Humberto Oliveira tem 50 anos, soteropolitano, amante de esportes, com terceira em Lua de Plutão, na primeira casa em Urano… não suporta astrologia, manuais e jogos de azar.
Instagram: @one.berto
Mail: comercial@obuteco.com.br
Sign in to your account
Malditos Quenianos, mal consigo ver seus movimentos!
O pior é saber que um salto desse seria invalidado nas olimpíadas.
Só vale aqueles saltos escrotos lá.
Não entendi a colocação Humberto. Continua sendo um salto em altura, a diferença está apenas na forma de saltarem.
Caraio, pulam alto pra caramba!
É uma técnica de salto diferente, mas perfeitamente dentro das regras olímpicas, seriam saltos válidos em uma competição internacional como qualquer outro
pode até ser válido, mas certamente não teria altura suficiente comparado com os atletas que usam a técnica perfeita para executar os saltos.
Isso não é uma voadeira… é um “pat-pet-tuguem”…
Por favor explique : Não é salto em altura ?????????
Pra quem nao sabe antigamente se saltava assim, depois descobriram a Tecnica de passar primeiro as costas e a altura do salto aumentou. Essa Tecnica queniana é valida mas com ela nao se consegue se qualificar.
Essa é uma técnica clássica do salto em altura chamada Eastern Cut-off. Era a usada por praticamente todos os saltadores até os Jogos Olímpicos de 1968, no México, quando o norte-americano Dick Fosbury usou a técnica “atual” (que leva seu nome), ganhou a medalha de ouro e popularizou esse estilo. O jeito como eles saltam é perfeitamente legal e aceito em competições, inclusive nos Jogos Olímpicos.
Imagina uma voadora no peito, o que seria.
salto correto e aceito em qualquer competição…
imagina a voadora dos caras
São válidos sim, o que diferencia é que não há colchão. Ninguém iria saltar Fosbury flop sem colchão. Haha