Algumas das obras mais polêmicas e perturbadoras criadas ao longo do tempo

Alguns realmente tinham o intuito de chocar, outros queriam “apenas” impor suas ideias da única maneira como poderiam. Seja como for, estas são as obras de arte mais polêmicas e perturbadoras criadas ao longo da história.

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Quando esta pintura foi criada para a Capela Sistina, algumas pessoas (entre eles, o mestre de cerimônias do Papa, Biagio de Cesena) rejeitaram a ideia de tantas figuras nuas em uma igreja. Para retaliar, Michelangelo colocou Cesena no inferno, com uma cobra mordendo sua genitália. Até o próprio Papa achou engraçado. Moral da história: não antagonizar alguém que pode imortalizar você.


 
 
 
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Nesta peça, o artista Chris Burden pediu que um amigo desse um tiro de calibre 22 no braço para explorar e discutir a questão da violência.

 
 
 
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Esta pintura causou um grande rebuliço por retratar a morte da Virgem Maria. Em vez de mostrar subindo ao céu, Caravaggio decidiu pintá-la morta. Rumores dão conta que a modelo usada na pintura era uma prostituta (e amante de Caravaggio), que havia realmente morrido.

 
 
 
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Esta peça é uma escultura feita com 4,5 litros de sangue do próprio artista. O sangue foi retirado do seu corpo ao longo de 5 meses. Marc Quinn faz uma dessas a cada cinco anos, e elas são mantidas congeladas em uma unidade de refrigeração especial.

 
 
 
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Gustave Courbet chocou todo o mundo no século XIX por pintar uma genitália feminina. Ele disse que esta era a forma de se rebelar contra as regras de nudez nas pinturas, quando só poderiam ser feitas utilizando um contexto mitológico. O título “A Origem do Mundo” é uma brincadeira sobre o tema. Versão sem censura.

 
 
 
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Esta é a Santíssima Virgem Maria, de acordo com Chris Ofili. O que parecem ser borboletas voando são, na realidade, recortes de revistas pornográficas. Ah, a pintura também inclui estrume de elefante. Ela gerou tanta polêmica que foi ameaçada de expulsão do museu de Brooklyn, e um visitante jogou tinta branca nela.

 
 
 
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Esta pintura chocou a sociedade do século XIX por uma série de razões. Rumores davam conta que a mulher chamada de Madame X era conhecida por seus inúmeros casos extraconjugais. Por outro lado, Singer Sargent mostra, na primeira versão do quadro, uma jovem de porte altivo e aristocrático, envergando ostensivamente um belo vestido de cetim negro, de generoso decote e com uma das alças caída sobre o braço, revelando e encobrindo ao mesmo tempo, para gerar um efeito de extrema audácia e sensualidade. O quadro causou entre os frequentadores um indescritível escândalo. Sargent pretendeu consertar a má impressão causada, recolocando a alça do vestido na posição normal, mas já era tarde. A reação provocada pelo retrato não mais era reversível.

 
 
 
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Esta peça de Carolee Schneemann estreou em 1964, envolvendo um grupo de homens e mulheres seminus rolando em uma mistura de peixe cru, frangos, salsicha e tinta fresca. Schneemann era conhecida por suas performances intensamente físicas e que exploravam a sexualidade e o corpo.

 
 
 
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Andres Serrano chocou a sociedade ao colocar um crucifixo de plástico mergulhado no que ele afirma ser sua própria urina. Naturalmente, a Igreja levantou-se contra ele. Serrano recebeu ameaças de morte e mensagens de ódio. Curiosamente, uma freira católica, que também era crítica de arte, defendeu a peça, dizendo que era uma declaração sobre o que o mundo moderno tem feito pelos ensinamentos cristãos. Ela ainda continua gerando polêmica.

 
 
 
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Esta peça de instalação feita por Tracey Emin mostra a cama em que ela ficou por vários dias em uma profunda depressão. O público ficou chocado ao ver preservativos, roupas íntimas manchadas de sangue, lixo e garrafas de bebidas alcoólicas espalhadas por todo canto. A instalação foi recentemente vendida por incríveis R$ 10,1 milhões na Christie’s de Londres.

 
 
 
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Em 1961, Piero Manzoni “produziu” 90 latas pequenas do que ele dizia ser seu próprio cocô. As latas de 30 gramas foram precificadas com base no valor atual do ouro. E sim, as pessoas compraram! A peça é uma sátira ao mercado de arte e ao consumismo.

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