Animais em pról da guerra

O governo americano mandou um reforço para o Comando ONE da Marinha, que aguardava para ancorar no porto de Umm Qasr, ao sul do Iraque. Tratava-se de um batalhão de 75 golfinhos treinados para detectar minas explosivas nas águas da região.

Deles dependiam iraquianos famintos que aguardam remédios e comida da ONU. O navio só podia atracar com segurança depois que os explosivos fossem desativados. Esta não é a primeira vez que animais são usados em tarefas militares.

CACHORROS: A velocidade dos cães de corrida os transformou em entregadores de correspondências e despachos entre os oficiais da II Guerra Mundial.

POMBOS: A apurada capacidade de localização fez com que 100 000 atuassem como mensageiros na I Guerra Mundial.

MACACOS: Cerca de 2 000 teriam sido treinados para detonar minas terrestres no conflito entre EUA e Iraque.

CANÁRIOS: Utilizados para detectar a presença de gases tóxicos, como o mostarda, em áreas suspeitas.

GOLFINHOS: Dotados de um sonar natural, são capazes de detectar qualquer objeto metálico maior que uma moeda de US$ 0,25 a pelo menos 30 m de seu nariz. Têm um sonar natural, que, segundo fontes militares, é mais eficiente que os equipamentos construídos em laboratório.

BALEIAS BELUGA: Treinadas para identificar navios e demais objetos estranhos na região em que a frota amiga está ancorada.
Fonte: Istoé

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