Conhecidas como “casas-caixão”, as moradias de Hong Kong estão entre as menores habitações do mundo. Algumas delas têm apenas 1,5 metro quadrado, um espaço tão reduzido que não permite ficar em pé nem abrir completamente os braços. Em muitos casos, a largura mal ultrapassa a dos ombros do morador e o comprimento é pouco maior que o próprio corpo. Ainda assim, esse único compartimento precisa funcionar como quarto, sala e cozinha ao mesmo tempo.
Estima-se que cerca de 200 mil pessoas vivam nessas condições na cidade, resultado direto de um mercado imobiliário extremamente caro, que lidera o ranking mundial de preços há mais de uma década.

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