Esqueça a imagem clássica de celas escuras e corredores cheios de grades. Em Halden, no sudeste da Noruega, a principal prisão de segurança máxima do país chama atenção por parecer mais um campus moderno do que um presídio. Os detentos vivem em celas individuais com banheiro, televisão, janelas amplas e acesso a áreas verdes, cozinhas coletivas, estúdios de música, oficinas e espaços de estudo. O objetivo não é conforto gratuito, mas criar um ambiente mais próximo da vida fora dos muros.

O sistema norueguês prioriza a reabilitação em vez da punição severa. Presos participam de cursos, trabalham, praticam esportes e mantêm contato mais próximo com agentes penitenciários, que circulam desarmados e atuam como orientadores. Essa abordagem, chamada de segurança dinâmica, aposta no diálogo e no respeito para reduzir conflitos e preparar o retorno à sociedade.
Os resultados ajudam a explicar a fama do modelo: a Noruega registra uma das menores taxas de reincidência do mundo, perto de 20% em cinco anos, bem abaixo de países com sistemas mais rígidos. Ainda existem críticas e desafios estruturais, mas Halden se tornou exemplo de que tratar o preso com dignidade pode ser mais eficaz do que apostar apenas no castigo.








QUEM FAZ
Aqui no Brasil nas cadeias também tem esses “mimos”, só não são autorizados pelo governo.(Vai saber se não!)
Isto aí não é nada, já foi mostrado inclusive em reportagens alguns presídios aqui no Brasil com mesa de sinuca, ar condicionado, freezer com carne para fazer churrasco, bebidas, acesso free de mulheres (Popular “Mulheres Free”) para satisfazer os detentos.
Se atentem a isto, amiguinhos.
A ‘pequena’ diferença é que na Noruega quem proporciona é o próprio governo, através de medidas sociais muito bem estudadas. No Brasil, são benesses compradas por um traficante ou bandido de grande influência e poder aquisitivo de um sistema carcerário falido.
Concordo. Além disso, estas medidas, encaradas com grande sarcasmo e piada nos demais comentários, foram elaboradas, configuradas e implantadas dentro de um processo, onde o país se preocupa com o resultado.
Se não pode matar – todos têm direito à vida – o que fazer então?
Os noruegueses estão buscando soluções e encararam o caminho mais difícil; reintegrá-los a sociedade como cidadãos corretos e cientes de que leis precisam ser cumpridas.
Quem me dera participar de estruturas sociais realmente sérias. O que precisamos ter aqui e ignoramos, é o que eles brigam para ter lá, a sua ordem e progresso.
Te amo!
Se a vida de um criminoso, alguém que fez coisa errada na Noruega é assim, imagine a vida que leva um cidadão de bem, que estudou, que trabalha, tem um bom emprego…
VC CHEGOU AONDE EU QUERIA
perfeitamente..
Infelizmente aqui no Brasil essa realidade existe, mas de uma forma diferente.
Tenho um tio que mora na Irlanda e passou um tempo na Noruega a trabalho, ele disse que eles estão anos luz à nossa frente. Se as prisçoes são assim , imagine as escolas… é educação de qualidade nivel global.
Igualzinho ao presídio de Pedrinhas no Maranhão.