Em 2011, quando esse vídeo foi publicado, a proposta era mostrar como seria um “futuro próximo” dominado pela tecnologia, com telas por todos os lados, dispositivos integrados e uma conexão quase invisível entre pessoas e máquinas. A ideia parecia ousada: superfícies interativas substituindo computadores, troca instantânea de informações entre aparelhos e até objetos do dia a dia funcionando como telas digitais. Tudo aquilo era apresentado como uma projeção de 5 a 10 anos à frente, mas já baseada em tecnologias reais em desenvolvimento.

Agora, olhando de 2026, o mais curioso é perceber como boa parte dessas previsões deixou de ser “futurista” para se tornar comum. Smartphones, smartwatches, casas conectadas, assistentes virtuais e até telas sensíveis ao toque em praticamente qualquer dispositivo fazem parte da rotina de milhões de pessoas. O que antes parecia um conceito distante hoje é, em muitos casos, banal, e talvez esse seja o maior acerto dessas previsões: não foi imaginar tecnologias impossíveis, mas antecipar a forma como elas se integrariam silenciosamente ao nosso dia a dia. O futuro chegou, só que de um jeito tão gradual que quase ninguém percebeu.

QUEM FAZ