Fotos que, de tão conhecidas parecem falsas-Parte 2

Não sou muito adepto da prática de publicar continuação de posts, entretanto houve muitos pedidos para que o post que mostrava 6 fotos que, de tão conhecidas pareciam falsas ganhasse uma nova compilação. Portanto, segue uma nova lista de fotos que parecem falsas, mas não são.
Rato com orelha nas costas

No final de 1997, o médico Charles Vacanti, da Universidade de Massachusetts conseguiu fazer uma orelha crescer nas costas de um rato. A experiência provou que é possível implantar órgãos fabricados em laboratório, sem o risco de rejeição, pois as próteses são feitas com células da própria pessoa que receberá o órgão.
Mortos na praia

Alguns pensam que esta foto faz parte do filme “O Resgate do Soldado Rian”, mas a história é bem mais triste. Ela mostra o corpo de três soldados americanos, abatidos em Papua-Nova Guiné, em setembro de 1943. Na ocasião, a foto causou grande impacto no presidente norte-americano, Franklin Roosevelt, que percebeu que os americanos estavam encarando a guerra de forma complacente. Quando a foto foi publicada, em página inteira, a revista declarou: “Palavras nem sempre são suficientes.”
A criança enterrada

Esta foto mostra uma criança sem identificação que foi enterrada, vítima de um vazamento de 40 toneladas de gás isocianato de metila, em dezembro de 1984. Na época, a tragédia foi considerada o pior acidente industrial do mundo, matando cerca de 3 mil pessoas, que inalaram o gás enquanto dormiam.
Contrastes no caos

Com esta foto Spencer Platt conquistou o prêmio World Press de 2006. Depois de uma longa caminhada pelos escombros de uma Beirute bombardeada e documentando as pessoas que retornavam às suas casas, Platt viu um conversível vermelho se aproximando e teve poucos segundos para capturar aquele momento de extremo contraste.
Niagara Falls congelada

Esta foto até hoje gera extrema polêmica. Segundo o Snope, especializado em desvendar hoax, não resta a menor dúvida de que a foto é verdadeira. Por outro lado, a data exata da foto ainda é um mistério. Outras fotos mostram o fenômeno.
Fogo em forma de protesto

A foto de Lâm Văn Tức ateando fogo em seu próprio corpo durante uma manifestação na cidade de Saigon, Vietnã do Sul, contra a política religiosa do governo de Ngo Dinh Diem deu a Malcolm Browne os prêmios Pulitzer e Foto do Ano de 1963 da World Press Photo. Durante o suicídio, o monge não emitiu sequer uma palavra. A auto-imolação, como ficou conhecido o ato, é vista como o ponto da virada da crise Budista Vietnamita que culminou na mudança do regime.

Fontes: Diversas

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