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01/10/2014 - 00:03

Imagens mostram o quanto algumas pessoas são preconceituosas

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Joel Parés criou uma série de imagens bem legal, que lança um olhar sobre os estereótipos baseados em torno de raça, orientação sexual e aparência física contra a realidade de uma pessoa de caráter, habilidades e estilo de vida, fazendo uma comparação bem interessante. As aparências enganam!

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Autor: - Categoria(s): Curiosidade Tags: , , ,

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19 comentários para “Imagens mostram o quanto algumas pessoas são preconceituosas”

  1. Paulo says:

    As imagens podem ter outra leitura. Por exemplo, as pessoas preconceituosas podem afirmar que apenas aqueles com determinadas características, como tatuagens, brincos, roupas decotadas são tipicas de pessoas em determinadas situações. Nesse sentido, ele aumentou o preconceito.

    Pq um milionário não pode se vestir de maneira brega? Ou ter tatuagens aparentes? Quer dizer que alguém só é correto quando demonstrado da “forma correta” nas imagens acima?

    Tem que refletir sobre isso.

    • José says:

      Boa Paulo, concordo.

    • Bia says:

      Gostei muito do seu ponto de vista. Não tinha parado para pensar nessa forma, é como se nós tivéssemos que nos vestir de acordo com a imagem pública, sem ser realmente quem somos. Tudo isso para ser aceito!

  2. Gustavo Orlandi says:

    Agora vou ver pessoas com armas na mão e vou dizer: “não te preocupa, são gente boa!!”

  3. Shinobi says:

    A primeira imagem aparece duas vezes e a do cara tatuado com o canivete na mão fica sempre na mesma, não muda….

  4. digão says:

    embalagem que engana, quem ve cara não vê coração etc. o post acerta meio a meio, pode reparar que não tem nenhum com alargador tatuagens nos rosto pircing etc, onde não tem como esconde-las. entao resumo da ópera a primeira impressão é que fica.

  5. Cap Troz says:

    Eu que tenho muita experiência de vida posso lhes dizer. o mais importantes é que essas pessoas são GENTE. E gente humana. Se atentem a isso, amiguinhos!

  6. Marcio says:

    É, eu acho que o jeito de se vestir passa a mensagem que a pessoa quer impor, independente de raça.

  7. André Matias says:

    Acho que vocês tão tendo uma visão muito superficial das coisas…

  8. Polvo says:

    Resumindo, não sejas preconceituosos. Pessoas com armas de fogo na mão e olhar ameaçador podem sim usar roupas sociais como ternos, gravatas como qualquer outro… kkk

    Ou podemos ver do contrário, homens e mulheres bem vestidos, com biblia na mão e profissões conceituadas também podem ser criminosos armados mendigando e limpando a rua enquanto tiram as roupas nas horas vagas. Menos a garota asiática e o ultimo cara, nesse caso eles sempre se vestem basicamente da mesma forma….

  9. Thiago Mattos says:

    Quem vota no Aécio por exemplo, vota só pelas aparências, o cheirador é um tremendo de uma corrupto vigarista. Ele havia prometido que iria lançar o programa de governo no dia 15… do mês passado, até hoje nada.
    E os troxas caem na conversa para boi dormir dele.

  10. Juvas says:

    Adoro esse Site mas esse post, essa ideia é uma bosta, totalmente desnecessário gastar algum tempo para fazer essas fotos. Qual era a intenção, chocar? Pq não mexeu nada comigo, se eu vejo um cara rosnando os dentes todo tatuado, com uma toca na cabeça duas armas na mão, ou cara com um canivete na mão vindo na minha direção, não importa se é um padre, um medico um professor, ou corro ou vou pra cima, me irrita profundamente essas ideias sensacionalistas e inúteis, querendo dar algum tipo de lição de moral, Vtnc! O que falta escrever agora, Nossaaa.. Um tapa na cara da sociedade? Ah por favor!

  11. Wanderreis says:

    Preconceituoso e idiota é esse cara que criou estas imagens.

    • Johnss says:

      Preconceito onde… ? Sinceramente não entendi o autor dessa “obra”, pra mim ele q tá sendo preconceituoso para conosco, achando que a sociedade toda é preconceituosa. É tipo um inception… e digo mais, q bosta, pra colocar as pessoas dentro desses estereótipos acho que ele sim pensou de forma preconceituosa….

  12. Cantarzo says:

    Campanha babaca…

  13. Erika says:

    A ideia era mostrar o preconceito, mas vc ficar com medo de um homem todo tatuado e com duas armas na mão não é preconceito, é autopreservação.A mesma coisa com a mulher de burca e uma metralhadora…quem não ia sair correndo? Ou vc ia pensar “Ah, que nada, ela é legal, deixa de preconceito”.
    O cara que criou isso é um completo idiota.

  14. Sam says:

    Ninguém entendeu a proposta do cara, eu achei ótima.
    A ideia era mostrar a imagem esteriotipada que as pessoas tem em relação a uma pessoa, o raciocínio é o inverso.
    Na verdade deveria existir um quadro a mais, só com a “plaquinha” descrevendo a pessoa, do tipo “artista plástico”, seguido pela imagem que se forma na cabeça: maloqueiro, vagabundo, figura exótica, seguida pela imagem de como ele realmente é.
    Isso fica claro na imagem da viúva jovem com 3 filhos – quando se fala isso qual é a primeira imagem(e mais preconceituosa) que se tem? Mulher fácil. Quando é só uma mulher triste com 3 filhos para criar.
    No inventor do app, você pode pensar que ele é um nerd, do tipo que tá sempre com um livro debaixo do braço e usa calças na altura do umbigo, mas não, ele é um cara normal.
    Numa sociedade racista e xenofóbica um jovem negro só pode ser traficante e um mexicano só pode ser jardineiro.
    As imagens sem as plaquinhas representam a imagem distorcida quando se fala de uma determinada pessoa.
    Nisso o cara acertou em cheio.

  15. digão says:

    ésta certo, não é preconceito nem subjulgar ninguem, mas imagine a cena eguinte: 2 caras andando um bem vestido sem barba etc, e outro de boné calça frouxa tenis etc, qual a policia aborda primeiro ? não importa quem são os caras . a aparencia vai determinar fazer o pre-julgamento.

  16. Vanessa says:

    Uma moça contou para mim, que sempre passava um homem branco e loiro de terno e parecia estar flertando com ela,à noite quando, ela saía da faculdade, um dia antes dela entrar no carro dela, ele se aproximou dela, e ela achou, que ele ia pedir para sair com ela, algo assim. E ele falou para ela que era um assalto, ela riu, e achou que se tratava de uma brincadeira, não podia ser um assaltante um homem daquele. Então, ela entregou a bolsa e perguntou se ele queria as chaves do carro, e ele disse só a bolsa, não quero carro seu, quero dinheiro para droga. Ele enfiou a mão na carteira dela e retirou algumas notas e devolveu o resto da bolsa.
    E saiu andando, dali a pouco, veio um cara negro, todo tatuado, de piercing, com cara de marginal, correndo, e a moça pensou, pronto é o comparsa dele, tó lascada…
    Mas, o cara negro que parecia bandido, tava puto da vida com o branco, porque ele havia assaltado a namorada dele, e pegou o branco e encheu ele de porrada, e devolveu o dinheiro para a garota que foi embora.
    Perguntei a moça, seu conceito a respeito da aparência mudou, ela me disse em parte, se vejo um cara com aparência de bandido, marginal, do tipo tatuado e com cara de mau, eu tento sair de perto, atravessar a rua, entende, mas também sei que pode ser alguém de bem, e que posso estar julgando errado. Se vejo um cara vestido de terno e bem arrumado, sei que pode ser uma pessoa de bem ou um bandido, do tipo um cara mau caráter ou até assassino. Ou seja, eu não acho que fiquei menos preconceituosa, continuo julgando pela aparência, todo mundo faz isso, a primeira impressão, pelo instinto. Mas, procuro se tiver tempo, analisar mais a pessoa, porque sei que não dá para julgar pela embalagem.
    E não é assim na vida real? Quantas vezes, que somos apresentados a alguém e não achamos grande coisa da pessoa, e depois mudamos de opinião quando, a conhecemos melhor.
    E quantas pessoas não gostam de um artista, celebridade, porque acham uma simpatia, a pessoa mais incrível no mundo, até que a encontram na rua, e descobrem que é um poço de orgulho e soberba.
    Somos assim, somos seres visuais, damos importância mais para a imagem do que o conteúdo, em grande parte do tempo. Achei lindo o trabalho das fotos, e procuro sempre que tenho oportunidade, procurar conhecer a pessoa melhor, antes de fazer juízo de valor, porque muitas vezes, é verdade, que a imagem representa a pessoa, mas outras vezes, não tem nada a ver com a pessoa.

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