Lembra deles?

Sempre desaparecem na mesma velocidade que entraram nos noticiários políticos. Saiba por onde andam diversas figuras que já foram notícia no Brasil.

Lilian Ramos, que posou sem calcinha ao lado de Itamar Franco no Carnaval do Rio.
Se casou com um construtor italiano e vive em Roma. Participa esporadicamente de programas humorísticos do canal RAI e já foi vedete de um show de variedades na mesma emissora.

Nicéia Pitta (ex-Celso)
A ex-primeira dama de São Paulo, agora Nicéia Camargo, é dona de casa, mora no mesmo apartamento nos Jardins, bairro paulistano, em que vivia na época em que era casada com Pitta e recebe pensão de R$ 5 mil do ex.

Jorge Bandeira, piloto de PC Farias e seu acompanhante na fuga do país.
Bandeira, que acompanhou PC Farias no início de sua fuga, por Paraguai e Argentina, virou chef de cozinha. É dono do melhor restaurante francês de Maceió, o Le Corbu.

Francisco Eriberto Freire, motorista que denunciou Collor e PC Farias.
Eriberto França trabalha para a Radiobrás, agência de notícias do governo federal, como operador de câmera e teleprompter (aparelho usado nos programas de TV que reproduz o texto que deve ser lido pelos apresentadores).

Debora Rodrigues a sem-terra que posou para a Playboy
Débora Rodrigues é hoje piloto da Volkswagen na Fórmula Truck.

Rogério Magri, ex-ministro do Trabalho de Collor, famoso pelo episódio em que deu carona em seu carro oficial para sua cadelinha Orca.
Magri, que já tinha um passado sindicalista, é hoje diretor da Força Sindical São Paulo e presta serviços de consultoria a sindicatos. Já a cadelinha, morreu.

Rosane Collor (ex-Collor)
A ex-primeira dama do Brasil vive em sua mansão em Alagoas e briga na Justiça pelos bens do ex Fernando Collor. Ele já lhe ofereceu a casa e uma pensão de R$ 15 mil, mas ela quer metade de tudo que Collor tem.

Celso Pitta
O ex-prefeito de São Paulo foi denunciado à Justiça Federal por corrupção passiva, evasão de divisas, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e organização criminosa por ter enviado para o exterior recursos provenientes de corrupção na realização de obras públicas durante o período em que foi secretário de Finanças (1993-1996) e prefeito (1997-2000). Também, recentemente, foi condenado a devolver R$ 98 mil aos cofres públicos e ainda pagar uma multa no mesmo valor porque, quando era prefeito, gastou esse valor para fazer propaganda política “travestida” de informe oficial em veículos de comunicação. Ainda assim, anunciou que disputará vaga de deputado federal pelo PTB (Partido Trabalhista Brasileiro), apesar de ainda não ter formalizado a candidatura.

Levy Fidélis, o programador do aerotrem.
Depois de tentar sem sucesso a prefeitura e o governo de São Paulo e perder até em vôo mais modesto como candidato a vereador, Levy Fidélix parece ter desistido da própria carreira pública. Mas não da alheia. Segue como presidente do nanico PRTB (Partido Renovador Trabalhista Brasileiro) e virou cabo eleitoral de Lula.

Zelia Cardoso de Mello (ex-ministra)
Depois de nove anos vivendo em Nova York (EUA) como dona de casa, às custas da pensão paga pelo ex-marido Chico Anysio, segundo ela mesma garante, a ex-ministra estuda sua volta ao Brasil, já que foi absolvida da acusação de ter recebido recursos do esquema de corrupção de Collor e PC Farias.

Jorgina de Freitas, que fraudou o INSS em mais de US$ 500 milhões.
Jorgina está detida no Presídio Talavera Bruce, em Bangu, Rio de Janeiro. Na cadeia, se dedica a fazer artesanatos e dar conselhos jurídicos às outras presas. Seus comparsas no golpe, o ex-juiz Nestor Santos e o advogado Wilson Escócia da Veiga, também foram presos. Escócia morreu recentemente, de causas naturais, no hospital penitenciário de Bangu.

Badan Palhares, médico legista que defendeu a tese, posteriormente derrubada de que Suzana Marcolino foi quem matou PC Farias.
Como o caso PC Farias foi arquivado, ele não responde mais ao processo por falsa perícia. Segue como chefe de Medicina Legal da Unicamp e como médico legista do IML de Campinas. No entanto, ainda responde por alguns processos, menos comentados, de falsificação de laudo.

João Alves, líder dos anões do orçamento, que disse ter ganho na loteria 221 vezes por sorte.
João Alves, que possivelmente serviu de inspiração para os “sanguessugas” que agem hoje na Câmara, faleceu em 2004, vítima de câncer de pulmão. Desde o escândalo, em 1993, quando renunciou ao mandato de deputado federal para não ser cassado, nunca mais concorreu a cargos públicos e vivia da fortuna que “ganhou”.

Como tem muita gente, não sei se recentemente houve alguma mudança no que está escrito. Portanto, se alguém souber de mudanças, primeiro me perdoe e em segundo me informe para que possa atualizar.

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