Masturbação por uma boa causa

Este sábado aconteceu uma maratona sexual em Londres bastante inusitada. Quanto mais orgasmos fossem alcançados, mais dinheiro iria para caridade.

Masturbação. ‘É uma palavra que raramente aparece nas páginas dos jornais, mas faz bem à saúde e 99 por cento da população mundial já experimentou’, afirma Tony Kerridge, porta-voz da Marie Stopes Internacional, umas das organizações de caridade que beneficia financeiramente da maratona de masturbação colectiva. A inciativa mais ‘picante’ do ano aconteceu neste sábado à tarde em Londres.

O objectivo principal da Masturbate-A-Thon (masturbaratona) é ‘pôr as pessoas a falar do assunto’, adianta Tony Kerridge. A Marie Stopes Internacional, organização que se dedica à saúde e educação sexual, incentiva todas as formas de sexo que não incluam penetração, como forma de evitar doenças sexualmente transmissíveis e gravidez indesejável.

Havia uma zona só para mulheres, uma só para homens e outra mista. Dentro do mesmo recinto, os participantes viam uns aos outros, mas não houve qualquer contato sexual. Quem não queria ser visto podia masturbar-se em privado em cubículos especiais para o ato.

No recinto, de decoração estilo marroquino, haviam monitores, também nus, contando o número de orgasmos e minutos de masturbação. Os monitores tinham experiência na área da educação sexual e não eram voyeurs, garantiu a organização.

Tudo que foi arrecadado, será repartido com várias organizações de caridade britânica, a The Masturbate-A-Thon, ideia de dois sexólogos norte-americanos, acontece nos EUA há seis anos e já conseguiu arrecadar mais de 25 mil dólares para organizações dedicadas à saúde sexual.

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