Leia os sintomas e responda, sua carreira estagnou?

Esta é uma pergunta difícil de responder, mesmo porque é doloroso admitir que nossa vida profissional estacionou em um ponto no meio da estrada.

Se a verdade é difícil de enfrentar, convém procurar certos sintomas de que não estamos tão felizes e produtivos como gostaríamos. Leia cinco sintomas de que sua carreira estagnou e responda se seu emprego se enquadra em algum deles.

Sintoma 1: Você quer que o tempo voe

Mal pode esperar para a hora do almoço, o fim de tarde, o final de semana? Isso provavelmente indica que o trabalho o está entediando um pouco, que o seu ambiente não é dos mais motivantes, e, principalmente, você não está amando o que faz.

Sintoma 2: É difícil acordar de manhã

Se você está na carreira dos seus sonhos, mal pode se conter na cama, ansioso por incontáveis possibilidades de realização, desafios e crescimento.

Agora, se a cama parece um ninho de tentáculos que te protegem das horas de martírio que vêm em seguida… só mais 5 minutinhos.

Sintoma 3: Você sonha com uma vida diferente

Todos nós sonhamos com uma vida melhor, mas se nos seus sonhos tudo o que você faz é diferente da sua carreira atual, é porque esta carreira não é a melhor para você.

Sintoma 4: Inveja da vida alheia.

Você freqüentemente se flagra invejando os bens, as rotinas e a carreira de outras pessoas? Novamente, nada contra projetar um futuro melhor, mas se todos parecem ter uma vida mais legal que a sua, é porque você não considera a própria carreira uma coisa boa.

Citação trágica do dia:

“Vivi, estudei, amei e até cri,
E hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu”.
Fernando Pessoa – Tabacaria.

Sintoma 5: Você vive procurando válvulas de Escape

Excesso de televisão, internet, álcool, cigarros, games, fofocas. São modos de escapismo de uma realidade que é difícil de confrontar. Preste atenção se você empreende muitas horas do seu tempo livre em atividades inócuas para sua vida; geralmente o simples fato de perceber esses hábitos já ajuda a disciplinar-se e atuar de modo mais intencional.

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Câmera flagra explosão em posto de gasolina

Este acidente ocorreu no dia 19 de novembro de 2007, em um posto Shell localizado no Jardim Paulistano, região sudoeste da cidade de São Paulo.

Um caminhão-tanque descarregava gasolina nos reservatórios do posto quando ocorreu a explosão.

Segundo testemunhas, o frentista Carlos Roberto dos Santos resolveu acender a lanterna do seu celular para examinar o interior do tanque do caminhão.

Em 22 de novembro de 2007, o frentista morreu na UTI do Hospital das Clínicas, com queimaduras de 2º e 3º graus em 76% do corpo.


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Os moradores das ruas próximas foram acordados por volta das 2h30 da madrugada, com a explosão. O bibliotecário Virgílio de Castro, conta que só conseguiu dormir às 6h, quando a situação na rua se tranqüilizou.

Colaboração do freguês Marcelo Fernandes, por e-mail

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9 grandes enigmas que ainda fascinam da humanidade

O CONTINENTE PERDIDO

O fascínio que a Atlântida exerce sobre a humanidade já rendeu mais de 25 mil títulos de livros, filmes, seriados de TV, e milhões de dólares a seus produtores. Mas, de fato, o continente perdido teria existido? Esta é a pergunta que vários arqueólogos tentam responder em suas expedições em busca da civilização que as águas teriam exterminado.

Diz a lenda que o mundo fora dividido entre os diversos deuses existentes. Atlântida teria ficado com Posêidon, que a repartiu entre seus dez filhos. O progresso trouxe a necessidade de expansão territorial. Mas os atlantis foram derrotados em confronto com o exército ateniense. Teriam então se entregado ao vício e às perversões. Como castigo, Zeus, o deus dos deuses, fez com que terremotos e maremotos levassem o continente para o fundo do mar. As únicas evidências de que esta civilização existiu estão nas narrativas de Platão. A fonte do filósofo grego teria sido um sacerdote egípcio. Segundo Platão, o continente estaria localizado além do Estreito de Gibraltar e teria uma área maior que a da África.

Nada foi comprovado pela ciência.

TRIÂNGULO DAS BERMUDAS

Com uma área de 1,14 milhão de metros quadrados, a região começa nas proximidades de Melbourne, na Flórida (EUA), passa pelas ilhas Bermudas (Caribe), Porto Rico, e termina de novo na Flórida, formando um triângulo imaginário.

Ficou famosa porque, segundo as lendas, “afundava” qualquer avião ou navio que por ali circulasse. O primeiro caso registrado foi o de um navio da marinha americana desaparecido em 1918 sem deixar qualquer vestígio.

Durante a Segunda Guerra Mundial, seis aviões militares dos EUA teriam sumido nas águas. A partir deste caso, as atenções voltaram-se para o poder misterioso do triângulo. Muito se escreveu sobre ele, mas o assunto sempre foi tratado como uma força sobrenatural relacionada com a presença de alienígenas em nosso planeta. O misticismo só foi desfeito com o livro The Bermuda Triangle Mystery – Solved (O Mistério do Triângulo das Bermudas – Solucionado), do escritor Larry Kushe. Piloto comercial, ele teve acesso a todos os relatos da Marinha, arquivos de jornais e revistas e ainda testemunhos de pessoas que se relacionaram ao episódio do desaparecimento dos seis aviões, ocorrido em 1945. Kushe concluiu que tudo não passou de uma grande sucessão de erros. Segundo ele, naquele dia, os instrumentos de navegação e comunicação do avião que comandava a missão falharam durante o vôo. As demais aeronaves da esquadrilha não tinham equipamentos. Perdidos, voaram até acabar o combustível sem conseguir pousar. Caíram no mar e, segundo, Kushe, os destroços devem estar em águas profundas ainda não investigadas.

O ENIGMA DA ESFINGE

No final da década de 30 o paranormal Edgar Cayce previu que haveria, entre as patas da Esfinge, uma câmara secreta. Ali existiria um gigantesco arquivo com os documentos sobre a história de uma civilização brilhante que existiu na região por volta de 12 mil a.C. Mais: a imensa biblioteca abrigaria ainda todos as provas e registros sobre a Atlântida, o continente perdido. De fato, testes realizados com sonares, em 1993, comprovam a existência da sala oculta. A decisão de abri-la depende do governo egipício.
AS CABEÇAS DE LA VENTA

Os achados arqueológicos da civilização olmeca estendem-se desde o México até El Salvador. Mas é na cidade de La Venta onde estão os mais intrigantes exemplos de sua cultura. Ali estão espalhadas 17 cabeças de pedra. Esculpidas em basalto vulcânico há mais de 3 000 anos, chegam a ter quase 3,5 metros de altura e pesam 20 toneladas. Fica dificíl imaginar como foram movimentadas – algumas estão no topo de montes com mais de 50 metros de altura. Mas, há algo ainda mais intrigante: como explicar a existência de uma escultura de um negro usando capacete. Segundo os especialistas, os negros chegaram ao continente americano três mil anos depois.
STONEHENGE

Construído em Witshire, na Inglaterra, entre 3 500 a.C. e 1 500 a.C., o monumento já aparecia citado em uma obra do grego Hecateu de Abdera. Ele falava de um templo dedicado a Apolo, o deus do Sol,. feito de pedras dispostas em círculo. Pelo que se sabe, os blocos foram retirados de montanhas gaulesas a cerca de 400 km de distância, com direito a travessias marítimas. Os estudiosos ainda não conseguiram encontrar uma explicação para isso. Afinal, os antepassados poderiam ter buscado pedras parecidas bem mais perto. Além disso, como transportar blocos que pesam mais de 50 toneladas por uma distância tão grande?
TONELADAS DE PEDRAS SOLTAS NO AR

A Ilha de Páscoa (Rapa Nui, no idioma polinésio) é conhecida por abrigar mais de mil estátuas de pedra – os moais. Esculpidos no século VIII, têm mais de 5 metros de altura, alguns chegam a 21 metros. Os arqueólogos batem cabeça para tentar decifrar o significado desses monolitos. Já descobriram que simbolizam os chefes das dez grandes tribos que povoaram a ilha. Mas, por que estariam todos de costas para o mar? Dizem os nativos que os moais são guardiões e foram construídos para oferecer proteção à ilha por meio de uma “energia” emitida de seus olhos. Por isso, jamais estariam de costas para a ilha.

A ciência tem ainda outra questão para esclarecer: como esses imensos blocos de pedra, que pesam dezenas de toneladas, foram deslocados pela ilha? Que engenharia teria sido capaz de erguê-los? A explicação dos nativos é ainda mais difícil de acreditar: os antepassados teriam usado a levitação para movê-los.

PEGADAS DO RIO PALUXY

Uma descoberta ocorrida no Estado do Texas (EUA) deixou o mundo científico em polvorosa ao lançar um torpedo em um dos pilares do conhecimento humano. Qualquer paleontólogo que se preze sabe que entre os seres humanos e os dinossauros há uma diferença de pelo menos 60 milhões de anos. Acontece que, no final da década de 30, o explorador Roland Bird encontrou pegadas de dinossauros no rio Paluxy que tinham mais de 100 milhões de anos ao lado de (sim!) pegadas da mesma idade, e que seriam de humanos. Claro que o problema é conseguir provas. A comunidade científica duvida e tem toda a razão: caso isso se confirme, toda a teoria da evolução das espécies poderá ir por água a baixo.
DOIS ENIGMAS EM UMA MESMA FOTO

Conhecida por suas vastas plantações de cereais, a região de Wiltshire, no Reino Unido, é um caso à parte. Ali estão marcas de, supõem-se, espaçonaves que visitaram a Terra. Pode parecer absurdo, mas, há ainda algo mais fantástico. Quem se aproxima dos círculos pode sentir sentir dor de cabeça, náusea e fadiga. O fenômeno já foi estudado por cientistas, mas até hoje não se tem um veredito.

Outro mistério de Wiltshire é o monte Silbury (ao fundo na foto). Erguido pelo homem, há mais de quatro mil anos, é o maior monte artificial do planeta. Tem 40 metros de altura e um volume de 248 mil metros cúbicos de terra, pedras e outros mibérios. Na ponta do lápis, seria preciso mais de 2 mil anos para construir algo de tamanha envergadura. A pergunta que se faz é: afinal, para que tanto trabalho? Ainda não se sabe de quem teria sido a idéia. Diz a lenda que seria o túmulo de um cavaleiro vestido de armadura dourada. Mas as escavações não encontraram nenhum sinal do herói.

UM ET?

Na lista de objetos inexplicáveis encontrados mundo afora, está o crânio que aparece nesta foto. Publicada em 1995 no livro The Search For Ancinet Wisdom, de Robert Connoly, mostra deformidades exageradas jamais observadas em crânios humanos. Nem mesmo um neandertal seria desse jeito. A sugestão é de que seriam “ossos” de extraterrestres. Há ainda outros exemplares no Museu de Paracas, no Peru, e no Museu do México.

Fonte: IstoÉ

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Criadores causam polêmica com cães hibridos

Segundo seus criadores, os cães híbridos são a nova resposta para os problemas genéticos dos cães de raça. Para desespero dos puristas dos cães de raça, a moda agora é misturar duas raças para ter um cão de nome e estranho. Os fanáticos por estes cães afirmam que eles são animais de estimação muito mais legais que seus ancestrais de sangue azul.

Quem é contrário a mistura argumenta que estas novas raças podem herdar desordem genéticas e comportamentos indesejáveis de um ou de ambos progenitores, enquanto aqueles que apoiam afirmam que os cães híbridos têm uma vida mais saudável e que vivem muito mais. Existem centenas de híbridos em quase todas as combinações imagináveis.

O campeão de golfe Tiger Woods comprou um labradoodle por 3 mil dólares. Outro que também tem seu híbrido é o ator Sylvester Stallone. Além dos USA, o designer de cães está em alta também na Austrália, no Canadá e na Inglaterra – no Brasil, por enquanto, híbridos só aqueles nascidos ao acaso, os vira-latas. Mas os novos criadores, que não gostam da associação de seus cães com os “tombas”, inventam também novos nomes:

Puggle:
Cruzamento entre um pug e um beagle. Os puggles são tão afetuosos como os pugs. Herdaram também o entusiasmo dos beagles sem o latido constante que enloquece aos vizinhos. Os puggles adaptam-se perfeitamente à vida em apartamentos e podem levar uma vida mais ativa que os pugs. No entanto, igual aos pugs e os beagles, podem ser bem difíceis de adestrar.

Labradoodle:
Cruzamento entre um labrador e um poodle, é o resultado de uma inovação australiana, criada para obter cães de companhia que não perdessem o pelo e resultassem ideais para pessoas alérgicas. A particular pelagem do poodle em conjunto com o temperamento leal e obediente do labrador, parece constituir o que qualquer um consideraria o cão perfeito.

Alguns cruzamentos:

Fonte

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Saiba como fazer uma faxina completa no seu PC

Manipulado intensamente, no escritório ou em casa, o computador fica sujo com facilidade. Exposto à poeira, queda de líquidos e partículas, ele exige cuidados especiais para ficar com uma boa aparência sem sofrer danos.

Não faltam estudos que apontam o computador com um dos objetos mais sujos. Numa pesquisa da Universidade Gama Filho, do Rio de Janeiro, o teclado do PC levou a medalha de bronze em número de bactérias, atrás apenas das notas de dinheiro e do telefone público.

Mas, antes de começar faxina, cuidado: é preciso desconectar o PC da tomada elétrica e, no caso dos notebooks, remover as baterias.

Gabinete, monitor e teclado

Para limpar o gabinete, o monitor e o teclado externamente, a fabricante de computadores Dell recomenda usar um pano úmido que não solte fiapos. É importante não encharcar o pano, para evitar que a umidade penetre no equipamento.

Kits de limpeza

A empresa de eletrônicos Philips lançou recentemente seu kit de limpeza para computadores, que inclui um escova para limpeza de teclado e um gel para telas de monitores LCD ou CRT, para remover resíduos e manchas e criar uma película protetora.

Outro item do kit é um limpador de lentes do tocador/gravador de CD e DVDs. Segundo a empresa, manter as lentes limpas é importante para evitar o erro de leitura das faixas.

Mas as fabricantes divergem quanto à limpeza. A HP sugere que os clientes evitem passar líquidos no computador.

“Flanelas, escovas e aspiradores podem ajudar na limpeza”, afirma Dante Avanzi, gerente de desktop para consumidor da HP.

Para limpar o computador

O diretor-geral da Atera, Itamar Coutinho, sugere o uso de álcool isopropílico para limpeza do computador. “Pode ser comprado em farmácias e tira a sujeira sem danificar o equipamento”, afirma. A empresa é uma assistência técnica não-autorizada e faz manutenção de cerca 200 PCs de diversas marcas mensalmente.

Avanzi, da HP, faz questão de enfatizar: é melhor prevenir do que remediar. Por isso, nada de beber ou comer perto do computador.

Tela do monitor

A tela do monitor não deve ser tocada com as digitais, ensina Avanzi. “Não só porque suja, mas também porque pode danificar os pixels”, explica. Para fazer a limpeza da tela de LCD, o recomendável é usar um pouco de água no algodão. A limpeza deve ser feita com movimentos contínuos em um único sentido.

E, quando o computador estiver desligado, é recomendável protegê-lo com capas plásticas. Na hora de utilizá-los, retire a proteção, para evitar o superaquecimento do PC.

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Roubo bizarro deixa polícia da Índia intrigada

A polícia no sul da Índia está procurando dois homens que roubaram um “homem santo” hindu. Tudo seria normal se não fosse um detalhe bizarro: o objeto do roubo foi a perna do líder espiritual.

Yanadi Kondaiah, de 80 anos, teve sua perna direita cortada e em seguida, roubada. Kondaiah, dizia ter poderes curativos na perna. Ele está se recuperando do ataque em um hospital na cidade de Tirupati no Estado de Andhra Pradesh.

A polícia diz que há poucos dias dois estranhos se aproximaram de Kondaiah, que vive em um vilarejo perto da cidade de Tirupati, em busca de aconselhamento relativo a um problema de saúde.

“Como o idoso tinha uma fraqueza por bebida alcoólica, ele aceitou um convite para beber com os marginais”, disse o policial local, Pendakanti Dastgiri.

Dastgiri disse que a amputação foi realizada “de maneira brutal” e que a polícia ainda está procurando a perna e os homens que levaram o membro.

Segundo o policial, os homens que atacaram Kondaiah usaram uma faca para caça afiada e abandonaram a vítima para sangrar até a morte.

No hospital, Kondaiah afirmou que não sabia a razão da violência. “Eu sempre fui bom para os outros e ajudei todos que me procuraram. Por que fizeram isso comigo?”

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Treine arremesso de faca com as celebridades!

Alguns joguinho são perfeitos para desopilar o fígado, ou seja, pra dar aquela aliviada na tensão, como é o caso deste Knife Throw 2.

Mais simples, imposível: selecione seu sexo, escolha alguém para ser colado ao alvo giratório (as opções vão dos óbvios George W Bush à surpreendente presença de Scarlett Johansson) e clique nos números para tentar acertar no alvo (ou na cobaia, se é que seu objetivo é descontar a raiva).

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Saiba a origem dos nomes das grandes bandas

Quem nunca ouviu aquela pergunta clássica nos programas de tv: “De onde surgiu o nome da banda”?

Pois bem, para não ter mais dúvidas, veja abaixo a origem dos nomes das maiores bandas do mundo:

AC/DC: Um dos membros viu escrito AC/DC em uma máquina, significa “Alternating Current/Direct Current”. A banda não sabia que na época AC/DC era gíria para bi-sexual, o que causou alguns problemas no começo da banda.

Aerosmith: Tirado do livro “Arrowsmith”, escrito por Sinclair Lewis em 1925.

The Beatles: O baixista original Stuart Sutcliffe deu a idéia do nome Beetles em 1960. John Lennon levou o crédito, pois misturou Beetles e Beat para criar o nome Beatles.

Black Sabbath: Levou o nome após um filme de terror de 1963 estrelando Boris Karloff.

Bob Dylan: Robert Zimmerman (nome verdadeiro de Bob Dylan), era um grande admirador do poeta Dylan Thomas.

Clash: Tirado de um jornal que continha a seguinte frase “A clash with police”.

David Bowie: David tirou o seu sobrenome da faca Bowie (grande faca usada para matar ursos). O seu nome verdadeiro é David Jones, mas ele não queria ser confundido com Davy Jones, da banda The Monkeys.

Deep Purple: A avó do guitarrista Ritchie Blackmore gostava muito da música “Deep Purple” de Bill Crosby.

Deaf Leppard: Nome inspirado pelo desenho que Joe Elliot fez de um leopardo sem orelhas.

Dire Straits: O nome retrata a situação financeira que os integrantes estavam no começo da banda.

The Doors: A banda pegou o nome de um livro que tem o título “The Doors of Perception”, escrito por Aldous Huxley.

The Eagles: Inspirado pela banda The Byrds, que foi uma grande influência para eles.

Elton John: Reginald Dwight pegou seu nome artístico de dois músicos ingleses: Elton Dean e Long John Baldry.

Genesis: O primeiro livro da Bíblia. O nome foi uma parte do título do primeiro álbum da banda: “From Genesis to Revelation”, que foi sugerido pelo empresário original, Jonathan King.

Iron Maiden: Nome tirado de um aparelho medieval para tortura. Caixa que tinha uma porta com espinhos de ferro. Quando a porta se fechava, os espinhos entravam no corpo da pessoa.

Jethro Tull: Em dezembro de 1967, os membros da banda tinham formado o Jethro. Eles faziam dois shows por semana experimentando diferentes nomes. Bag of Blues e Navy Blue foram um deles. O empresário deles sugeriu Jethro Tull, o nome de um fazendeiro britânico, que nos meados de 1700 inventou um aparelho chamado “seed drill”. Ian Anderson odiou o nome, mas acabou ficando muito popular, então eles deixaram Jethro Tull.

Judas Priest: Tirado da música de Bob Dylan “The ballad of Frankie Lee and Judas Priest”.

Kiss: De acordo com Paul Stanley, Kiss vem de um momento de inspiração, que soava perigoso e sexy. Os membros da banda negam que Kiss significa “Knights In Satan Service”.

Led Zeppelin: The Yardbirds estavam terminando sua turnê antes de se separar. Jimmy page não queria encerrar as atividades, então deu a nova formação o nome de The New Yardbirds. Dizem que após esse momento, Keith Moon, da banda The Who falou “It will probably go over like a led zeppelin”. O nome acabou ficando Led Zeppelin.

MC5: É uma homenagem para a banda de Detroid “Motor City Five”.

Metallica: Lars Ulrich estava ajudando um amigo achar um nome para uma revista de metal. A revista se chamou “Metal Mania”, mas uma das sugestões era “Metallica”, e Lars acabou usando ela para sua banda.

Motley Crue: A banda adotou o nome após um amigo dizer “What a motley looking crew”.

Pearl Jam: De acordo com Eddie Vedder, o nome vem do processo natural que as pérolas são formadas. Excrementos e poeira que formam algo lindo.

Pink Floyd: O nome era “The Pink Floyd Sound”, inspirado em dois músicos americanos do blues: Pink Anderson e Floyd Council. O nome mais tarde foi diminuído para Pink Floyd.

Queen: Freddie Mercury gostava da conotação transexual e da imagem glamurosa que as rainhas possuem.

Ramones: Homenagem a Paul McCartney, que no começo de sua carreira, era chamado de Paul Ramone. Os membros da banda adotaram o sobrenome Ramone.

R.E.M: Significa “Rapid Eye Movement”, que é um estado durante o sono.

Rolling Stones: Muddy Waters possui uma música chamada “Rolling Stone”. O guitarrista Brian Jones sugeriu esse nome.

Rush: Eles estavam procurando um nome antes da primeira apresentação, quando o irmão de John Rustey disse: “Porque vocês não chamam a banda de Rush?”.

Sex Pistols: O empresário Malcolm Mclaren teve a idéia. Foi inspirada em uma loja punk chamada “Sex”.

Fonte Via: Curiosidade musical

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Mecha do cabelo de Lennon é vendida por R$ 86 mil

Uma mecha do cabelo de John Lennon foi arrematada, em um leilão na Inglaterra, por 24 mil libras esterlinas, cerca de R$ 86 mil reais.

Segundo o site Ananova, a mecha fazia parte de uma coleção pessoal, pertencente a Betty Glasow, cabeleireira dos Beatles no apogeu da banda. Além da mecha, Lennon presenteou Betty com um exemplar do livro “A Spaniard in the Works” autografado. Na dedicatória, Lennon escreveu: “A Betty, muito amor e cabelo, John Lennon”.

O comprador – que pediu para ter sua identidade mantida em sigilo – deu seu lance por telefone. A casa de leilões Gorringes estimava que a mecha seria vendida por uma quantia entre 2 mil e 3 mil libras. “É espantoso que ainda há muito interesse nos Beatles e essa venda prova que que John Lennon ainda é um ícone”, disse Francesca Collin, funcionária da casa.

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Cinco coisas que você deve saber sobre "pirataria"

Você liga a televisão e vê a polícia colocando os camelôs para correr. Abre o jornal e lê sobre as “novas” medidas do governo e da indústria para conter a pirataria na internet e nas ruas. Escuta, no rádio, um executivo garantindo que, ao comprar produto pirata, você alimenta o tráfico de drogas.

Afinal, quais as ações que se enquadram como pirataria? Ao entrevistar advogados, juristas, executivos, diretores de empresas, entusiastas de tecnologia e pessoas comuns, o resultado é tão subjetivo juridicamente quanto obscuro na prática.

Veja abaixo, cinco coisas que você deve saber sobre a pirataria.

1. Emprestar CD´s e DVD´s é crime?

De acordo com o advogado Túlio Vianna, presidente do Instituto Brasileiro de Direito Eletrônico, o simples ato de emprestar um CD ao amigo não se enquadra como crime. O que o seu amigo irá fazer com isso, porém, pode ou não ser enquadrado como infração. Vianna realça, porém, que “o Direito não é algo objetivo, e sua interpretação pode variar de acordo com os tribunais em que for aplicada a lei”, daí haver tantas dúvidas recorrentes em decisões relativamente similares da Justiça brasileira.

Então emprestar um CD não é crime? A situação não é tão simples quanto parece. Para o advogado José Antônio Milagre, presidente da Comissão de Propriedade Intelectual e Segurança da Informação da OAB-SP, “quando se compra um CD, o que está se comprando é apenas o suporte físico material, a mídia, ao passo que o conteúdo intelectual não é, em nenhum momento vendido. Trata-se de um licenciamento exclusivo e permanente de uso”, explica.

No caso, Milagre acredita que quando se executa um CD na presença de várias pessoas não se pode falar em pirataria, contudo, o ato de emprestar pode constituir violação autoral porque a nota fiscal individualiza o comprador, no jargão jurídico, “o licenciado”. O advogado esclarece que, apesar da aparente rigidez, praticamente não existe apuração em relação a atos desse tipo (de emprestar CDs).

Sobre a questão dos preços de CDs, que parecem estar sempre no centro da discussão, durante quase um mês procuramos a Associação Brasileira dos Produtores de Disco, que não se pronunciou formalmente. A reclamação generalizada de usuários e consumidores é que a indústria fonográfica fala, fala muito, mas o preço do CD nunca cai; enquanto o lucro das gravadoras aumenta, mesmo com os “bilhões de dólares” anunciados de prejuízo decorrente da pirataria.

2. Por quê tanta confusão hoje? Existia pirataria na época do vinil e do cassete?

Quando não existia MP3 e Internet, será que também era crime todo aquele troca-troca de fitas cassete e discos de vinil? Para José Antônio Milagre, presidente da Comissão de Propriedade Intelectual e Segurança da Informação da OAB-SP, a violação existia, mas não se tinha eficácia prática.

Milagre explica que, no tempo do vinil, não existia pirataria como se entende hoje porque não se podia separar o material do imaterial. “Disco e músicas compunham um todo que era o vinil. E assim como um livro, utilizávamos da ‘first sale doctrine’, uma teoria que limitava o direito do autor à primeira venda. Ou seja, quando eu ia até a loja autorizada e comprava um livro ou vinil, o direito patrimonial do autor se limitava a esta venda. O que eu fizesse com o livro depois, doasse, vendesse, emprestasse… isso era problema meu.”, lembra.

Sem a premissa acima, não poderia haver os famosos sebos, onde se compra livros e discos antigos a preços inferiores. O problema começou a surgir quando a evolução tecnológica permitiu separar mídia e conteúdo, além de oferecer inúmeros métodos fáceis e acessíveis para replicar e copiar aquele mesmo conteúdo em diversas outras mídias, como nos casos dos DVDs e softwares. Logo, a doutrina da “primeira venda” tornou-se obsoleta, já que pela lei o direito do autor da obra recai sobre o conteúdo, esteja ele onde estiver, independentemente da mídia que o suporta: seja em um CD ou no pendrive com vários MP3s.

Não é à toa que, atualmente, o grande foco das atenções da indústria no combate à pirataria é a massificação do conteúdo pirata: seja na Internet, em programas P2P para compartilhar arquivos; ou em grandes centros de produtos piratas. Mundo afora, diversos sites que coletam links para download de conteúdo pirata já foram fechados ou, pelo menos, notificados judicialmente. Aos poucos, segundo especialistas ouvidos pela reportagem, a repressão ocorrerá em cima dos usuários comuns que compartilhem grandes volumes de arquivos.

Casos assim já ocorrem nos Estados Unidos, onde a Riaa (associação das gravadoras norte-americanas) processou e continua a mover ações judiciais contra pessoas comuns, identificadas em programas P2P compartilhando músicas protegidas por direitos autorais.

3. É verdade que pirataria de software financia o tráfico de drogas?

Você compra um DVD pirata do Shrek para presentear o filho e alguém lhe diz que, ao pagar os R$ 10 pelo disco —em vez dos R$ 50 cobrados pelo original— você financia o tráfico de drogas. Será?

Rodrigo Thompson, diretor do Sindireceita (Sindicato Nacional dos Técnicos da Receita Federal), diz que sim. De Brasília, onde acompanha com afinco as movimentações do governo sobre o assunto, ele lista diversos pontos que poderiam ser tomados em conjunto —na esfera pública e privada— para conter não apenas o avanço da pirataria, mas, sobretudo, os malefícios causados por ela.

Entre as medidas defendidas por Thompson, há um polêmico ponto: encarecer o produto pirata, de modo a diminuir a diferença de preço com o original. Evidentemente, o inverso também se defende: diminuir os impostos sobre os produtos originais, para barateá-los.

Túlio Vianna, do Instituto Brasileiro de Direito Eletrônico, não acredita muito na relação entre pirataria e tráfico de drogas. “O tráfico é um negócio infinitamente mais lucrativo que a pirataria. Chega ser ridículo alguém acreditar que um traficante de drogas precise de algum financiamento dos piratas para poder manter seu negócio. São ramos de atividades distintos e independentes e querer relacionar o tráfico de drogas à pirataria só demonstra uma tentativa mal-intencionada de acirrar o tratamento maniqueísta da questão de que o pirata é um mal a ser combatido”, opina. Vianna lembra, porém, que pirataria e produtos falsificados são duas coisas bem diferentes e que, muitas vezes, não se trata de questão técnica ou jurídica, mas puramente política.

4. Livre circulação de informação ou pirataria?

“O governo não deveria interferir; mas, se é para interferir, que não seja para processar criminalmente. Essas pessoas deveriam receber uma bolsa cultural por uma série de boas ações em popularizar culturas diferentes e conhecimento”, acredita o porta-voz do partido.

O advogado Túlio Vianna vai mais além: “os conservadores insistem no modelo da venda de algo que pode ser copiado livremente e a população já percebeu que este é um modelo falido. Insistem na analogia com o furto, mas esquecem-se de que no furto há uma subtração, isto é, a vítima perde uma parte do seu patrimônio. Copiar não é subtrair, pois com a cópia a vítima não perde parte do seu patrimônio, mas apenas deixa de lucrar. Se Jesus Cristo vivesse nos dias de hoje, teria sérios problemas com a turma dos direitos autorais por multiplicar pão e peixe… certamente seria acusado pelas associações de defesa das panificadoras e das peixarias por violarem seus direitos e lhe causarem enormes prejuízos, pois deixaram de vender pão e peixe”, ironiza.

Movimentos e associações mundiais, como é o caso da famosa licença Creative Commons, replicam pensamentos semelhantes. O designer Ícaro Matias, 22, faz parte exatamente desse público-alvo. “Não acredito que sou um criminoso por baixar qualquer coisa pirata, mas alguém que se esforça pra manter um nível cultural decente já que o meu país não se importa em facilitar o acesso a isto. Aqui no Brasil, cultura não é pra todo mundo, você não pode comprar CDs; ou são caros ou muitas vezes não chega por aqui. E dependendo da região do país, a situação é ainda pior. Livros, que deveriam ser mais barato, são um dos meios de comunicação mais caros do país”, reforçando a tese de não haver lógica com o conceito de “vender” e “subtrair”, citado por Vianna.

5. Brasileiro já foi preso por vender MP3

No Brasil, até hoje existe um único caso concreto de apreensão por causa de MP3. Foi a prisão do paranaense Alvir Reichert Júnior em 25 de agosto de 2003, em Curitiba, sob acusação de vender MP3 pela Internet. Após investigação da (hoje extinta) Associação Protetora dos Direitos Intelectuais Fonográficos (APDIF), Reichert foi preso em casa, em uma segunda-feira pela manhã, acusado de vender músicas pirateadas por um famoso site chamado MP3 Forever.

Reichert foi a primeira pessoa a ser presa a partir da mudança da lei nº 10.695, sancionada em 2 de julho de 2003 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A mudança altera os artigos 184 e 186 do Código Penal e acrescenta parágrafos ao artigo 525 do Código de Processo Penal.

A nova lei, que entrou em vigor 30 dias após a assinatura do presidente, é resultado de um projeto de lei datado de dezembro de 1996, de autoria do próprio Poder Executivo, para coibir os delitos contra direito autoral e propriedade intelectual. Prevê prisão de até quatro anos por crimes de pirataria.

Prevê ainda que a cópia de obra intelectual ou fonograma, “em um só exemplar, para uso privado do copista, sem intuito de lucro direto ou indireto”, não configura crime. Você pode fazer MP3 de seus próprios CDs, mas não pode sair pegando MP3 de CDs que você não comprou, visto que isto configuraria um “lucro indireto e, conseqüentemente, um crime”, nas palavras do então diretor jurídico da APDIF, Jorge Eduardo Grahl, na época da prisão de Reichert.

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