Cinco coisas que você deve saber sobre "pirataria"

Você liga a televisão e vê a polícia colocando os camelôs para correr. Abre o jornal e lê sobre as “novas” medidas do governo e da indústria para conter a pirataria na internet e nas ruas. Escuta, no rádio, um executivo garantindo que, ao comprar produto pirata, você alimenta o tráfico de drogas.

Afinal, quais as ações que se enquadram como pirataria? Ao entrevistar advogados, juristas, executivos, diretores de empresas, entusiastas de tecnologia e pessoas comuns, o resultado é tão subjetivo juridicamente quanto obscuro na prática.

Veja abaixo, cinco coisas que você deve saber sobre a pirataria.

1. Emprestar CD´s e DVD´s é crime?

De acordo com o advogado Túlio Vianna, presidente do Instituto Brasileiro de Direito Eletrônico, o simples ato de emprestar um CD ao amigo não se enquadra como crime. O que o seu amigo irá fazer com isso, porém, pode ou não ser enquadrado como infração. Vianna realça, porém, que “o Direito não é algo objetivo, e sua interpretação pode variar de acordo com os tribunais em que for aplicada a lei”, daí haver tantas dúvidas recorrentes em decisões relativamente similares da Justiça brasileira.

Então emprestar um CD não é crime? A situação não é tão simples quanto parece. Para o advogado José Antônio Milagre, presidente da Comissão de Propriedade Intelectual e Segurança da Informação da OAB-SP, “quando se compra um CD, o que está se comprando é apenas o suporte físico material, a mídia, ao passo que o conteúdo intelectual não é, em nenhum momento vendido. Trata-se de um licenciamento exclusivo e permanente de uso”, explica.

No caso, Milagre acredita que quando se executa um CD na presença de várias pessoas não se pode falar em pirataria, contudo, o ato de emprestar pode constituir violação autoral porque a nota fiscal individualiza o comprador, no jargão jurídico, “o licenciado”. O advogado esclarece que, apesar da aparente rigidez, praticamente não existe apuração em relação a atos desse tipo (de emprestar CDs).

Sobre a questão dos preços de CDs, que parecem estar sempre no centro da discussão, durante quase um mês procuramos a Associação Brasileira dos Produtores de Disco, que não se pronunciou formalmente. A reclamação generalizada de usuários e consumidores é que a indústria fonográfica fala, fala muito, mas o preço do CD nunca cai; enquanto o lucro das gravadoras aumenta, mesmo com os “bilhões de dólares” anunciados de prejuízo decorrente da pirataria.

2. Por quê tanta confusão hoje? Existia pirataria na época do vinil e do cassete?

Quando não existia MP3 e Internet, será que também era crime todo aquele troca-troca de fitas cassete e discos de vinil? Para José Antônio Milagre, presidente da Comissão de Propriedade Intelectual e Segurança da Informação da OAB-SP, a violação existia, mas não se tinha eficácia prática.

Milagre explica que, no tempo do vinil, não existia pirataria como se entende hoje porque não se podia separar o material do imaterial. “Disco e músicas compunham um todo que era o vinil. E assim como um livro, utilizávamos da ‘first sale doctrine’, uma teoria que limitava o direito do autor à primeira venda. Ou seja, quando eu ia até a loja autorizada e comprava um livro ou vinil, o direito patrimonial do autor se limitava a esta venda. O que eu fizesse com o livro depois, doasse, vendesse, emprestasse… isso era problema meu.”, lembra.

Sem a premissa acima, não poderia haver os famosos sebos, onde se compra livros e discos antigos a preços inferiores. O problema começou a surgir quando a evolução tecnológica permitiu separar mídia e conteúdo, além de oferecer inúmeros métodos fáceis e acessíveis para replicar e copiar aquele mesmo conteúdo em diversas outras mídias, como nos casos dos DVDs e softwares. Logo, a doutrina da “primeira venda” tornou-se obsoleta, já que pela lei o direito do autor da obra recai sobre o conteúdo, esteja ele onde estiver, independentemente da mídia que o suporta: seja em um CD ou no pendrive com vários MP3s.

Não é à toa que, atualmente, o grande foco das atenções da indústria no combate à pirataria é a massificação do conteúdo pirata: seja na Internet, em programas P2P para compartilhar arquivos; ou em grandes centros de produtos piratas. Mundo afora, diversos sites que coletam links para download de conteúdo pirata já foram fechados ou, pelo menos, notificados judicialmente. Aos poucos, segundo especialistas ouvidos pela reportagem, a repressão ocorrerá em cima dos usuários comuns que compartilhem grandes volumes de arquivos.

Casos assim já ocorrem nos Estados Unidos, onde a Riaa (associação das gravadoras norte-americanas) processou e continua a mover ações judiciais contra pessoas comuns, identificadas em programas P2P compartilhando músicas protegidas por direitos autorais.

3. É verdade que pirataria de software financia o tráfico de drogas?

Você compra um DVD pirata do Shrek para presentear o filho e alguém lhe diz que, ao pagar os R$ 10 pelo disco —em vez dos R$ 50 cobrados pelo original— você financia o tráfico de drogas. Será?

Rodrigo Thompson, diretor do Sindireceita (Sindicato Nacional dos Técnicos da Receita Federal), diz que sim. De Brasília, onde acompanha com afinco as movimentações do governo sobre o assunto, ele lista diversos pontos que poderiam ser tomados em conjunto —na esfera pública e privada— para conter não apenas o avanço da pirataria, mas, sobretudo, os malefícios causados por ela.

Entre as medidas defendidas por Thompson, há um polêmico ponto: encarecer o produto pirata, de modo a diminuir a diferença de preço com o original. Evidentemente, o inverso também se defende: diminuir os impostos sobre os produtos originais, para barateá-los.

Túlio Vianna, do Instituto Brasileiro de Direito Eletrônico, não acredita muito na relação entre pirataria e tráfico de drogas. “O tráfico é um negócio infinitamente mais lucrativo que a pirataria. Chega ser ridículo alguém acreditar que um traficante de drogas precise de algum financiamento dos piratas para poder manter seu negócio. São ramos de atividades distintos e independentes e querer relacionar o tráfico de drogas à pirataria só demonstra uma tentativa mal-intencionada de acirrar o tratamento maniqueísta da questão de que o pirata é um mal a ser combatido”, opina. Vianna lembra, porém, que pirataria e produtos falsificados são duas coisas bem diferentes e que, muitas vezes, não se trata de questão técnica ou jurídica, mas puramente política.

4. Livre circulação de informação ou pirataria?

“O governo não deveria interferir; mas, se é para interferir, que não seja para processar criminalmente. Essas pessoas deveriam receber uma bolsa cultural por uma série de boas ações em popularizar culturas diferentes e conhecimento”, acredita o porta-voz do partido.

O advogado Túlio Vianna vai mais além: “os conservadores insistem no modelo da venda de algo que pode ser copiado livremente e a população já percebeu que este é um modelo falido. Insistem na analogia com o furto, mas esquecem-se de que no furto há uma subtração, isto é, a vítima perde uma parte do seu patrimônio. Copiar não é subtrair, pois com a cópia a vítima não perde parte do seu patrimônio, mas apenas deixa de lucrar. Se Jesus Cristo vivesse nos dias de hoje, teria sérios problemas com a turma dos direitos autorais por multiplicar pão e peixe… certamente seria acusado pelas associações de defesa das panificadoras e das peixarias por violarem seus direitos e lhe causarem enormes prejuízos, pois deixaram de vender pão e peixe”, ironiza.

Movimentos e associações mundiais, como é o caso da famosa licença Creative Commons, replicam pensamentos semelhantes. O designer Ícaro Matias, 22, faz parte exatamente desse público-alvo. “Não acredito que sou um criminoso por baixar qualquer coisa pirata, mas alguém que se esforça pra manter um nível cultural decente já que o meu país não se importa em facilitar o acesso a isto. Aqui no Brasil, cultura não é pra todo mundo, você não pode comprar CDs; ou são caros ou muitas vezes não chega por aqui. E dependendo da região do país, a situação é ainda pior. Livros, que deveriam ser mais barato, são um dos meios de comunicação mais caros do país”, reforçando a tese de não haver lógica com o conceito de “vender” e “subtrair”, citado por Vianna.

5. Brasileiro já foi preso por vender MP3

No Brasil, até hoje existe um único caso concreto de apreensão por causa de MP3. Foi a prisão do paranaense Alvir Reichert Júnior em 25 de agosto de 2003, em Curitiba, sob acusação de vender MP3 pela Internet. Após investigação da (hoje extinta) Associação Protetora dos Direitos Intelectuais Fonográficos (APDIF), Reichert foi preso em casa, em uma segunda-feira pela manhã, acusado de vender músicas pirateadas por um famoso site chamado MP3 Forever.

Reichert foi a primeira pessoa a ser presa a partir da mudança da lei nº 10.695, sancionada em 2 de julho de 2003 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A mudança altera os artigos 184 e 186 do Código Penal e acrescenta parágrafos ao artigo 525 do Código de Processo Penal.

A nova lei, que entrou em vigor 30 dias após a assinatura do presidente, é resultado de um projeto de lei datado de dezembro de 1996, de autoria do próprio Poder Executivo, para coibir os delitos contra direito autoral e propriedade intelectual. Prevê prisão de até quatro anos por crimes de pirataria.

Prevê ainda que a cópia de obra intelectual ou fonograma, “em um só exemplar, para uso privado do copista, sem intuito de lucro direto ou indireto”, não configura crime. Você pode fazer MP3 de seus próprios CDs, mas não pode sair pegando MP3 de CDs que você não comprou, visto que isto configuraria um “lucro indireto e, conseqüentemente, um crime”, nas palavras do então diretor jurídico da APDIF, Jorge Eduardo Grahl, na época da prisão de Reichert.

[ FONTE ]

CONTINUE LENDO

Top 10 erros bizarros gerados no Windows

Quem nunca ficou louco com as mensagens de erro vindas do PC? Erros de teclado, do sistema operacional, para instalar ou desinstalar programas. Alguns deles, de tão bizarros, chegam a ser engraçados.

Veja 10 erros bizarros dos programas do Windows:

1 – Arquivo vai levar mais de um ano para copiar. E o que a gente faz: senta e espera? Veja a imagem
2 – A tarefa até que estava sendo processada, mas a caixa de diálogo apareceu Veja a imagem
3 – Há esperanças na computação… Veja a imagem
4 – Norton Crash deu pau. Sim, é uma ótima hora para provar a eficiência do programa Veja a imagem
5 – Ufa, sem erro? É isso? Veja a imagem

6 – Bem na hora que estava criando um erro, aconteceu outro Veja a imagem
7 – Para proteger seu computador, o Windows fechou o próprio Windows Explorer Veja a imagem
8 – Nova regra no Windows: acerto é erro Veja a imagem
9 – Como assim mandar a Lixeira para a Lixeira? Veja a imagem
10 – Como a Microsoft explicaria algo tão catastrófico? Veja a imagem

[ FONTE ]

CONTINUE LENDO

COMEMORE: Cobrança por ponto adicional acaba

A partir da primeira segunda-feira de junho não será mais permitido às operadoras cobrar valor adicional nas mensalidades de TV a cabo por ponto adicional instalado na casa do usuário.

A cobrança será feita por domicílio. A Anatel, agência que regula o setor, entende que não há custo para liberar mais de um ponto numa mesma residência e que o consumidor não deve pagar mais por isso.

Pela regra, as operadoras só poderão cobrar uma taxa única pela instalação de ponto adicional. A mudança na regra já havia sido anunciada pela Anatel em novembro, mas só agora a agência acordou que o mês de junho será o último em que é permitido às operadoras cobrar por pontos adicionais.

Na mesma data entra em vigor regra que dará ao consumidor o direito de suspender o sinal de TV – e conseqüentemente a cobrança de mensalidade – por até quatro meses durante o ano.

A suspensão pode ser solicitada uma única vez por ano, por um período entre 30 e 120 dias.

Os usuários deverão ainda receber desconto nas mensalidades proporcional aos dias e horas que o sinal da TV ficar fora do ar, o que ocorre em períodos de manutenção técnica ou falha na transmissão por parte da operadora.

A regra diz ainda que, se ocorrer cobrança indevida por parte da operadora, o usuário deverá ser indenizado pelo dobro do valor cobrado irregularmente.

As medidas vão beneficiar quase 30 milhões de assinantes que possuem TV a cabo no Brasil.

[ FONTE ]

CONTINUE LENDO

5 coisas que não fazem a menor falta na era dos PCs

Quem tem saudades das impressoras matriciais ou dos PCs que só podiam realizar uma tarefa por vez? Para evitar que pairem dúvidas sobre aqueles que pensam que somos apenas nostálgicos, resolvemos encarar os fatos e listar as ‘coisas’ que desejamos que fiquem no passado.

1. Torre de Babel

Você pode dizer o que quiser sobre o crescimento do Linux e do Macintosh, mas o Windows e a arquitetura PC ainda mantêm sua liderança no mundo atual. Os dois sistemas operacionais alternativos lêem discos com sistemas de arquivo FAT32 para poder manter alguma compatibilidade com o Windows, e os Macs têm se parecido cada vez mais como os PCs.

Se voltarmos ao tempo em que Bill Gates ainda batalhava por seu primeiro bilhão de dólares, a informática era algo como o Oeste Selvagem. Pode-se dizer que era afortunado quem tinha em casa um computador (Commodore, Apple, Texas Instruments ou Radio Shack, só para ficar em alguns) e conseguia compartilhar algum tipo de hardware ou mesmo ler disquetes (floppy disks) gerados por outro computador – apenas com algum tipo de adaptador. E mesmo quem lidava com dois computadores de um mesmo fabricante não tinha garantia alguma de que eles fossem compatíveis.

2 – Monotarefa

O ano: 1982. Você acabou seu relatório, elaborou os gráficos e agora vai pedir para imprimir. Bom para você. Aproveite então seu tempo livre. Não porque fez por merecê-lo, mas porque não há alternativa. Qualquer tarefa realizada no computador consome toda sua capacidade. Enquanto as páginas são geradas, não é possível fazer mais nada.

E conseguir que tudo seja impresso a partir de sua impressora matricial e suas taxas de impressão medidas na base de caracteres por segundo (Páginas por minuto? Que papo mais insano!) leva tempo. Sem contar o barulho que a impressora faz enquanto imprime – suficiente para ser ouvido na sala ao lado. A única coisa a lamentar sobre os sistemas multitarefas que vieram depois é que eles eliminaram qualquer desculpa para ficarmos à toa por aí.

3 – O dilema dos downloads

Baixar qualquer coisa na web hoje é relativamente fácil. Basta clicar em um link e, bem, de fato é só isso. Mas no período que precedeu ao Mosaic, um dos primeiros browsers a ganhar popularidade, você tinha de escolher que protocolo de download utilizar e ligar com nomes como Kermit, Sealink, Punter, XMODEM, YMODEM e ZMODEM, sem contar variantes como XMODEM-1k e ZMODEM-90.

Era necessário identificar e utilizar um protocolo compatível com o sistema no qual você estava conectado e ter certeza de que seu software utilizava o mesmo protocolo. Em muitos casos, mesmo após o computador-alvo ter sido acessado, era necessário ativar o processo de download manualmente. Troca de arquivos, como músicas, por exemplo, só iria acontecer muito mais tarde.

4 – Levantamento de peso

Há 20 anos era necessário três pessoas para carregar uma impressora a laser da NEC. Hoje, a maioria das impressoras a laser é não só mais potente do que aquele modelo, como muitas delas podem ser carregadas embaixo do braço. Os eletrônicos em geral ficarem menores e bem mais leves, e isso refletiu positivamente nos computadores e seus acessórios. Há exceções, claro, como o Macintosh original (em inglês), que trazia todos (com exceção do teclado) componentes integrados, facilitando seu transporte; e o Sinclair ZX80 (em inglês), que pesava menos de meio quilograma.

Fora isso, era preciso estar bem alimentado se você precisasse rearranjar seu escritório. Se ainda não estiver convencido, dê uma olhada no Osborne-1, o primeiro computador portátil, que pesava cerca de 11 kg e é considerado por muitos como uma marco na mobilidade.

5 – Disputas

Que sistema possui os melhores jogos, o Apple II ou o Commodore 64? Qual o sistema mais barato para desktop publishing, o Amiga ou o Atari ST? Não importa o motivo, as disputas sobre as preferências dos usuários pareciam inevitáveis. Memória, armazenamento, capacidade gráfica, opções de expansão – tudo era utilizado pelos usuários como justificativa para o dinheiro gasto em uma escolha qualquer. Felizmente, mesmo os mais experimentados usuários de computadores de hoje não perdem seu tempo nesse tipo de discussão tola. Será mesmo?

[ FONTE ]

CONTINUE LENDO

Homem que recusou tratamento para tumor, em virtude de sua religião, receberá tratamento inovador

Jose Mestre, que durante décadas recusou todas as cirurgia possíveis em seu rosto desfigurado, em virtude da sua opção religiosa (ele é Testemunha de Jeová), teve suas esperanças reavivadas por um médico britânico através de inovadoras técnicas médicas.


Jose Mestre, na época com 14 anos – início do tumor (à esquerda), e hoje (direita).

Relutante em aceitar transfusão sanguínea, Jose Mestre, que tem 51 anos, aprendeu a sobreviver com um tumor, que nasceu em seu lábio ainda na adolescência e hoje ocupa quase a totalidade de seu rosto. Veja vídeo.

O tumor atualmente tem quase 1m de comprimento e pesa cerca de 12 kg. O tumor já deixou Jose cego de um olho e transforma suas refeições em um verdadeiro calvário. Como ela já começa a bloquear suas vias aéreas, os médicos temem por sua vida.

Segundo o site Telegraph, um grupo britânico de cirurgiões faciais, propôs tratar Jose, utilizando uma técnica revolucionária, que usará ondas ultrasonicas para coagular seu sangue antes da cirurgia.

Esta técnica deve permitir que o tumor seja removido sem risco de uma forte hemorragia – preservando sua doutrina religiosa, que proíbe transfusões sanguíneas, o único fator que tem dificultado a sua busca por tratamento. Veja vídeo.


Os irmãos de Jose Mestre não compartilham suas crenças religiosas

O Dr. Hutchison, diretor do “Saving Faces”, está muito otimista: “Creio que podemos retirar uma grande parte das lesões – cerca de 80 por cento”, disse ele. Veja vídeo.

– “The Man with No Face” (O Homem sem Face), um documentário sobre o caso, está sendo exibido no Discovery Channel.

– “Saving Faces” é o único programa no Reino Unido exclusivamente dedicado à redução mundial de doenças e lesões faciais.

CONTINUE LENDO

Um travesseiro que dá uma mãozinha para a mamãe

O bebê está quase dormindo. Você levanta sua mão, afasta-se lentamente e depois de alguns segundos “waaagh!”. Quem nunca passou por isso?

Vivenciando experiências dessa natureza, uma mãe resolveu inventar o Zaky, um travesseiro infantil, ergonomicamente projetado para imitar o confortável toque de uma mão.

Pesando cerca de 500 gramas, o Zaky foi utilizado pela primeira vez em uma UTI neonatal, em Houston e agora encontra-se à venda disponível em modelos canhotos e destros.

Veja mais fotos e informações de uma das melhores invenções do ano.

CONTINUE LENDO

Falsa "gorjeta" deixa Donald Trump irritado

Segundo o site Derober, o milionário Donald Trump teria ficado impressionado com o serviço de um garçom que lhe atendeu. Trump teria perguntado ao rapaz qual era a maior gorjeta que já haviam lhe dado. Ele teria respondido que certa vez um cliente habitual havia deixado 500 dólares. Trump então teria deixado 10 mil dólares de gorjeta, enquanto gastou pouco mais de 82 dólares.

A “pegadinha” feita pelo Derober, pregou uma peça em vários sites e blogs (o Buteco se inclui nessa lista). A armação foi tão convicente, que, além da notícia e do suposto cupom assinado por Trump, tinha também um vídeo no Youtube, plantado pelos administradores do site. Era o que faltava para a notícia tomar proporções globais. O “The Ney York Post” conseguiu uma declaração do próprio Trump, onde ele afirma: “Isso foi feito por restaurante estúpido, para obter publicidade”, e acrescentou: “Esta assinatura não é minha!”

Para complementar, o freguês “BARSANULFA” enviou um link onde a Fox News afirma que também foi vítima do hoax.

Sem dúvida, nos próximos anos, você receberá vários e-mails e PPS´s falando dessa história, a exemplo do que ocorre com a “casa do Ronaldinho Gaúcho”, do “pátio da VW alagado” e do “Zidane fumando”

CONTINUE LENDO

Sete pecados que não devem ser cometidos em 2008

Se você tem a sensação de que seu salário sempre acaba antes do fim do mês e que nunca é suficiente para bancar tudo o que você gostaria de comprar, fique atento: sua vida pode estar cheia de pequenas armadilhas por onde seu dinheiro escapa diariamente sem que você perceba.

Conheça sete pecados financeiros que você não deve repetir no ano que vem.

Pecado nº 1: Não colocar os gastos no papel

Essa é a primeira recomendação de nove entre dez consultores financeiros: se você não anota o quanto gasta, não tem como saber exatamente para onde está indo seu dinheiro. Comece do jeito que achar mais fácil: separe um caderno e escreva tudo o que gastar diariamente. Se preferir, organize tudo numa planilha no computador. O importante é não deixar passar nenhuma compra sem registro. Depois, será mais fácil analisar onde é possível cortar gastos e definir prioridades.

Pecado nº 2: Não conferir o extrato bancário

Entregar todo o dinheiro nas mãos do banco e nem acompanhar o que anda acontecendo com ele não é atitude de quem dá valor ao que ganha. Para o professor e consultor financeiro Rafael Paschoarelli, entender exatamente quais são as tarifas que o banco desconta da sua conta é fundamental. “Confira. Se não entender a cobrança, questione. Se não ficar satisfeito, ligue no Banco Central ou no Procon”, diz.

Pecado nº 3: Não fazer planos com antecedência

Para o consultor financeiro Gustavo Cerbasi, um passo importante para evitar gastos desnecessários é planejar e sonhar com as realizações financeiras muito antes de acontecerem. “É importante conversar sobre os sonhos a dois, em família, e fazer metas e contas a longo prazo”, diz. A recomendação serve para viagens, por exemplo. Roteiros de última hora em geral elevam as despesas com hospedagem e passagens. Olhe o calendário já em janeiro e analise as possíveis datas para viajar em 2008. A prática evita também as compras por impulso de coisas que não seriam prioridade. “Se você perder entre cinco e dez minutos por semana planejando seus gastos, já vai sentir mudanças”, diz o consultor da IGF, Alexandre Lignos.

Pecado nº 4: Não reservar dinheiro para as contas anuais

IPTU, IPVA, material escolar, seguro do carro: não deixe as despesas cobradas fielmente todos os anos pegarem você de surpresa e deixarem um rombo nas suas contas. “Não vá empurrando para depois ver como que faz”, diz o consultor Alexandre Lignos, da IGF. Já que são inevitáveis, vale deixar reservado um dinheiro para essas despesas: dá para conseguir descontos no pagamento à vista e, com o dinheiro na mão, negociar preços melhores.

Pecado nº 5: Não dar valor às moedinhas

“Posso devolver R$ 0,10 em balinhas”? Da próxima vez que você escutar essa pergunta em um supermercado ou qualquer boa casa do ramo, seja enfático: diga não. Para o consultor Rafael Paschoarelli, valorizar seus centavos pode garantir alguns reais a mais para as pequenas despesas. Se tiver dúvidas, faça um teste: em vez de deixá-las espalhadas por aí, junte todas as moedinhas que receber de troco em um cofrinho e veja o quanto terá até dezembro do ano que vem.

Pecado nº 6 : Comprar sem pechinchar

Faça uma meta para 2008: a de nunca mais comprar nada pelo preço anunciado. Depois de pesquisar o melhor preço para o produto que você deseja, negocie com o vendedor e bata o pé: ou compre por menos, ou não compre. “As lojas esperam que você peça um desconto, está embutido no preço. Claro que isso não vale para um saco de feijão, mas pechinchar faz toda a diferença”, diz o professor Rafael Paschoarelli.

Pecado nº 7: Fazer mau uso do cartão de crédito

Usado de maneira inteligente, o cartão de crédito pode ser um aliado; o problema é quando os gastos saem do controle. A facilidade para fazer compras com o cartão acabam levando à armadilha de dividir tudo em parcelas e comprometer grande parte da renda por meses. “Parcele somente o inevitável: se sua geladeira quebrou e você precisa de outra rápido, talvez. Agora, para uma TV de plasma, é bem melhor juntar o dinheiro”, diz o professor Rafael Paschoarelli.

[ FONTE ]

CONTINUE LENDO

Molho com Catupiry para 4 pessoas malditas

Isso mesmo que você leu. A freguesa Carol Marin, me mandou um e-mail falando que no site da Fábrica de Laticínios Catupiry existia uma receita de “Molho ao Pesto com Catupiry”. Até aí nada anormal, não fosse a divisão das porções… “Para: 4 pessoas malditas“.

Não sei se foi arte de algum web design engraçadinho ou se na culinária internacional já existe essa nomenclatura para alguma divisão de porção. O fato é que a receita permanece no site. Dê uma conferida!

CONTINUE LENDO

Papai Noel da Microsoft resolve falar de sexo oral

Como sempre, a gigante Microsoft resolve inovar e acaba criando uma grande confusão.

Desde o início de dezembro, a empresa abriu um canal de comunicação entre as crianças e o Papai Noel. Através do contato northpole@live.com, no Windows Live Messenger, era possível mandar uma mensagem para o “Bom Velhinho” e um software de inteligência artificial retornava às respostas, interagindo com as crianças e querendo saber o que elas gostariam de ganhar no Natal.

Segundo o site The Register, o problema surgiu quando um dos seus leitores afirmou que o Papai Noel virtual havia falado sobre sexo oral com uma de suas sobrinhas. Veja abaixo a conversa traduzida, entre a menina e o Papai Noel:

El Reg diz: pizza (pi)
Papai Noel diz: Yum! O que você quer para o Natal, El Reg?
El Reg diz: Talvez você não devesse comer tanto! Você é bastante grande!
Papai Noel diz: Meus elfos começarão a trabalhar já nisto. O que mais você deseja este ano, El Reg?
El Reg diz: Talvez você não devesse comê-lo?
Papai Noel diz: Veja se você pode conseguir outra pessoa para comer!
El Reg diz: Coma
Papai Noel diz: Não obrigado. Eu não como coisas!
El Reg diz: Coma
Papai Noel diz: Veja se você pode conseguir outra pessoa para comer!
El Reg diz: Coma
Papai Noel diz: Você quer que eu coma o quê?!? É divertido falar sobre sexo oral, mas eu quero falar sobre outra coisa…
El Reg diz: Seu sujo desgraçado!
Papai Noel diz: Eu acho que você é sujo desgraçado.

A Microsoft não tardou em corrigir a falha de programação. No entanto, temendo ocorrer novos incovenientes, a empresa decidiu por retirar o sistema do ar.

O porta-voz da Microsoft, Adam Sohn, afirmou que o comportamento pouco conveniente do software não levantou suspeita sobre uma possível brincadeira de um dos seus empregados, mas ao fato de quê os “agentes” são programados para responderem coisas escritas, ou simplesmente para responder a certas palavras com “isto é feio dizer”.

O Papai Noel faz parte de um pacote de programas de mensagens automatizadas, que internautas podem usar no Live Messenger.

CONTINUE LENDO

Confira 10 mitos sobre a masturbação

“Sexo é igual truco: ou se tem um bom parceiro ou se tem uma boa mão”. Essa frase já foi dita e repetida várias vezes entre os jovens e trata de um tema que ainda envolve algumas lendas e muitos tabus na nossa sociedade: a masturbação!

Dra. Maria Helena Vilela, educadora sexual e diretora do Instituto Kaplan de Sexualidade, fala de alguns mitos sobre a masturbação:

1. Causa espinhas no rosto

Com certeza, não. Essa história de causar espinhas é pura lenda. Também já ouvi dizer que masturbação pode gerar loucura e cegueira…nada disso! Pelo contrário, inclusive: a masturbação libera endorfina e provoca sensação de bem-estar pro organismo.

2. Faz crescer pêlos nas mãos

Esse é um mito bem parecido com o primeiro e, com certeza, não condiz com a verdade. A masturbação em nada tem a ver com crescer pêlos nas mãos ou em qualquer outro lugar. Afirmações como esta já fazem parte do folclore que envolve o assunto.

3. Aumenta o tamanho do pênis

Infelizmente para os meninos, essa é mais uma mentira. O tamanho do pênis é uma determinação genética e não sofre influência da masturbação. Não importa o quanto você se masturbe, o pênis não vai aumentar ou diminuir.

4. Faz mal à saúde se fizer em excesso

Não. Na verdade, a masturbação é uma atividade sexual igual à transa e as conseqüências para o organismo são bem parecidas. Portanto, não existem malefícios para o corpo. Por outro lado, quando a pessoa deixa de fazer outras coisas apenas para se masturbar, aí a questão começa a ficar complicada.

5. Masturbação vicia

Outra lenda. O que pode acontecer é que a pessoa cria um desejo compulsivo e, muitas vezes, deixa de fazer coisas importantes e abre mão de compromissos para ficar se masturbando. Aí, nesses casos, a pessoa precisa procurar ajuda. Mesmo assim, não chega a ser vício. É apenas sinal que a pessoa não consegue lidar direito com algo e passa a canalizar na masturbação. È como fuga. Funciona como busca de uma nova forma de prazer pra não lidar com algo que incomoda.

6. Mulher não pode se masturbar

Claro que pode! A sociedade, ao longo da história, criou uma série de inibições para proibir a masturbação, tanto masculina quanto feminina. Houve uma época em que os meninos dormiam com anel de alfinete no pênis para não poder tocá-lo. Isso prova que o sexo foi e ainda é um grande tabu. As meninas tinham sempre que demonstrar inocência e não podiam ter vontade sexual. Depois de um tempo, isso melhorou um pouco e a masturbação passou a ser admitida nos homens, mas a mulher ainda sofre um pouco de preconceito. O que é preciso entender é que o desejo sexual existe tanto no homem quanto na mulher e que ambos têm vontade de se descobrir.

7. É coisa só de adolescente

De jeito nenhum. Tanto adolescentes quanto adultos podem e devem se masturbar. O caso é que o adolescente tem maior curiosidade e o sexo, muitas vezes, ainda é uma novidade pra ele. Por este motivo, a masturbação nos jovens é um ato mais freqüente. Outra razão que leva os adolescentes a se masturbar é que, em geral, eles ainda não se têm um parceiro sexual definido e, toda vez que tiver vontade, eles têm que se resolver sozinho.

8. É pecado?

Achar que masturbação não é pecado é um mito até difícil de lidar. O ato de masturbar-se é considerado um pecado, sim. A Igreja Católica não aceita nenhum tipo de relação sexual que não seja para fins de reprodução e, como já foi dito, a masturbação não deixa de ser um ato sexual.

9. Pode causar pedras nos mamilos

Essa é uma dúvida não muito freqüente, mas caracteriza outro mito importante. Existem homens que desenvolvem ginecomastia, que é uma doença de desenvolvimento acentuado das mamas e, muitas vezes, acham que é pela masturbação. Mas não existe essa relação. A ginecomastia tem origem em uma disfunção hormonal e também pode ser causada pelo excesso de gordura de mama.

10. Apenas virgens sentem prazer na masturbação

De forma nenhuma. Muitos casais com anos de relação ainda sentem prazer com a masturbação e com outras formas de preliminares também. Quem ainda não iniciou a vida sexual com um parceiro só tem a masturbação como fonte de prazer, mas isso não quer dizer que apenas eles chegam ao êxtase com a masturbação.

[ FONTE ]

CONTINUE LENDO