Momento bizarro do dia!

1º – O Bandido Zoinho.
Em mais uma de suas aventuras, Zé Bim (do programa Se Liga Bocão – de Salvador) entrevista o bandido ladrao assassino “Zoinho”, que de muito feio é considerado um atentado estética. Não satisfeito por somente entrevistar, o mago da comunicação joga futebol com bandido utilizando um pacote de maconha como bola!

2º – O pigmeu assassino.
Marcelinho, o anão, é acusado de mais de três homicídios no subúrbio ferroviário de Salvador. Zé Bim, foi lá conferir a história.
Dicas de Igor Kayode, pelo Orkut

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Santa construção!

Sem comentários! 😐 Clique nas fotos para ampliar!

UPDATE: Esqueci de explicar. Este túnel-ponte passa no fundo do Rio James na Virginia, EUA. Você dirige embaixo da água de um lado e sobe do outro. A ponte levou 7 anos para ser construída e gastou-se cerca de 400 milhões de dólares.

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Os 10 piores games de todos os tempos (última parte)

Bom, essa é a terceira e última parte dos 10 piores games de todos os tempos!
7 – Shaq Fu (Electronic Arts, 1994)
Os jogos eletrônicos têm um grande histórico de participações de celebridades, especialmente figuras esportivas, isso pelo menos desde o game Dr. J and Larry Bird Go One on One de 1984. Mas normalmente esses jogos costumam ter alguma coisa relacionada com as habilidades reais da celebridade em questão. Assim como os últimos filmes do Shaquille O’Neal o mostravam como tudo menos jogador de basquete, – ele foi um gênio em Kazamm e um superherói em Aço- Shaq Fu dava apressados sinais do esporte, mas colocava Shaq numa outra dimensão e usando de artes marciais místicas para salvar um garotinho (para quem tem dúvidas das habilidades marciais do Shaq, ainda era possível escolher um dos outros seis ou sete personagens, mas assim, o nome do jogo não teria tanta graça).

Lançado no boom dos jogos de luta, o Shaq Fu era bem parecido com o Mortal Kombat ou qualquer um dos jogos disponíveis até então. Exceto pelo fato de que o jogo ser meticuloso demais: era preciso atingir o oponente no ponto exato para causar algum dano real. Sem falar no fato de ver Shaquille O’Neal lutando com uniforme de basquete. O game ainda vinha acompanhado de um CD com o single de um álbum de rap, claro, tudo by Shaquile O’Neal.

8 – Make My Video (Digital Pictures, 1992)
Quem já aspirou à carreira de diretor de vídeoclips deve ter jogado este game. Apresentando Mark Wahlberg (na época na alcunha de Marky Mark), Funky Bunch, Kriss Kross, C+C Music Factory e os roqueiros australianos do INXS, o game permitia a criação de vídeos usando clips embutidos e efeitos de vídeo. Mas nada de deixar a criatividade rolar solta, a visão artística ficava limitada aos clips embutidos e alguns toscos efeitos de vídeo, bem como ditar as especificações de conteúdo solicitadas no começo de cada novo ciclo.

Logicamente, há quem diga que era praticamente como ser um verdadeiro diretor de vídeos musicais, exceto pelo dinheiro e pelas festas reluzentes. O problema maior é que mesmo que algo decente fosse criado, não era possível gravar para posteridade, a não ser que o seu Sega CD fosse conectado ao videocassete.

9 – Prince of Persia: Warrior Within (Ubisoft, 2004)
Desde o primeiro Prince of Persia em 1989, o mundo ficou encantado com a atmosfera, história e design do jogo. Entretanto, o Prince of Persia: The Sands of Time de 2003 inaugurou o declínio da franquia.

Para aumentar o apelo do jogo, a Ubisoft optou por uma fórmula comprovada de violência, sexo e barulho. O novo, e irritante, Prince era mais ofensivo, a quantidade de sangue aumentou, as personagens femininas foram erotizadas e a trilha sonora original, que era baseada em música persa, foi substituído pelo hard rock. Veja o pertinente comentário: “o Warrior Within pegou tudo o que o Sands of Time tinha de bom e jogou no lixo”. O jogo vendeu bem, mas o aperfeiçoado sistema de combate deve ter ajudado bastante. Mas o sucesso teve seu preço: a Ubisoft perdeu muitos daqueles que ajudaram a fazer o primeiro Prince of Persia tão popular.

10 – Elf Bowling (NStorm, 2005)
Lembra que no fim de 1999 uma empresa chamada NStorm lançou um jogo gratuito de Windows batizado de Elf Bowling? A produtividade do mundo declinava enquanto as pessoas jogavam “só mais uma rodada”, na qual o Papai Noel lidava com uma disputa trabalhista usando seus ajudantes como pinos de boliche. Quem não se lembra de ter passado esse jogo para os colegas durante o trabalho?

E quem se lembra de ter sequer pensado no jogo novamente depois de tê-lo experimentado por uma semana, talvez um dia? (Para quem não acredita, apenas tente lembrar). Os games desaparecem depois de um tempo, isso é natural; mas 24 horas deve ser o recorde que esse game estabeleceu. Então, como diabos alguém pode pensar em lançar uma versão do jogo para DS seis anos depois que a onda dos elfos-pinos se foi?
Fonte: IDG Now

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Feliz Ano Novo meus fregueses!

Último post do ano. Poderia escrever milhares de coisas para desejar a você um ano novo maravilhoso, mas prefiri fazer esse vídeo e desejar para você a mesma felicidade que desejo para mim e minha familia! Que 2007 venha recheado de grandes vitórias para todos nós!

Grande abraço e como todo buteco fecha para o Reveillon, não faremos diferente… vou espantar as moscas, lavar o chão e trocar as toalhas de mesa e amanhã (01/01) o Buteco reabre no mesmo rítmo de sempre!

Feliz Ano Novooooo!

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Saddam é executado (veja o vídeo)

Saddam Hussein, 69, o ditador que governou o Iraque com brutalidade sem remorso por quase meio século e foi derrubado por uma guerra contra os Estados Unidos que deixou seu país destroçado foi executado na forca na manhã deste sábado (30) em Bagdá.

Antes de ser enforcado, o ex-presidente iraquiano Saddam Hussein foi considerado culpado no dia 5 de novembro por crimes contra a humanidade e condenado à forca no caso envolvendo as mortes de mais de 148 homens xiitas na cidade de Dujail.

Veja o vídeo abaixo:

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Os 10 piores games de todos os tempos (parte 2)

Seguindo o post dos piores games de todos os tempos. Temos mais 3 pérolas!
4 – Daikatana (Eidos Interactive, 2000)
Certos projetos ambiciosos às vezes não ganham o planejamento que merecem. Acontece. E algumas vezes se termina com um deslize na data de lançamento e o resultado não sai como esperado. Acontece, e muito.

Levando em conta alguns aspectos, o Daiktana estabeleceu um novo padrão para falhas na criação. O lendário desenvolvedor John Romero almejava chegar ao topo quando criou Doom e Quake, jogos em primeira pessoa sem precedentes na jogabilidade e no design. Quando o desenvolvimento do Daikatana começou, em 1997, a idéia era a de um jogo com 24 fases e enredo com viagens temporais, com conclusão prevista para terminar em sete meses. Os sete meses viraram três anos, um atraso notável que fez com que ocorressem mudanças no mecanismo de jogo.

Considerando a seqüência das pobres versões demos lançadas durante os estágios de produção, o resultado não deveria ser surpreendente assim. E se pensar nos 25 milhões de dólares gastos nos dois primeiros anos de desenvolvimento… Nem é preciso dizer que tudo o que restou no fim foi prejuízo.

5 – Pac-Man (Atari, 1981) Calma!! Vamos explicar! Certos projetos ambiciosos às vezes não ganham o planejamento que merecem. Acontece. E algumas vezes se termina com um deslize na data de lançamento e o resultado não sai como esperado. Acontece, e muito.

E quão frustrado foi todo este esforço assim que o cartucho era ligado no console: nada no jogo se assemelhava ou soava como a versão de arcade, nem mesmo o Pac-Man tinha aquele visual de pizza com um pedaço faltando, sem contar que a sua marca registrada, o “waka waka waka” tinha vira um rangido “bonk bonk bonk”. Os fantasmas na tela iam e vinham o tempo todo devido as capacidades gráficas limitadas do 2600.

Claro, muitos jogadores se sentiam na obrigação de “fechar” o jogo mesmo depois da decepção, mas era difícil não se sentir desagradado toda vez que o jogo começava. No ano seguinte, a Atari lançou uma versão caseira (milhões de vezes melhor) do Pac-Man para os sistemas Atrai 400 e 800, mas só isso não era o suficiente para compensar o erro da versão anterior.

O Pac-Man de 1981 ainda ganha alguns pontos pela arrogância da empresa: a Atari achava que somente o fato de poder ter um jogo Pac-Man em casa era o suficiente para estimular as pessoas a comprarem o cosole 2600. Resultado,foram fabricados 12 milhões de cartuchos para abastecer os 10 milhões de consoles existentes na época.

6 – Smurf Rescue (Coleco, 1982) Nos anos 80, os Smurfs reinavam nas manhãs de sábado, e os donos do Atari 2600 ficaram com inveja quando o jogo apareceu no ColecoVision. Mas quando o game também saiu para o 2600, todo mundo mudou de opinião. Quem adorava os personagens “fofos” do desenho da Hanna-Babera, não encontrava nada “fofo” no jogo. E para quem era fã do gibi, a decepção era igual.

Você controlava um Smurf numa jornada para resgatar a sua adorada Smurfette. Era preciso andar por cenários de “telas” (aparentemente o perigo não era grande, já que o ritmo do seu Smurf era vagaroso demais) desde sua vila até o castelo do Gargamel, pulando alguns obstáculos. Contudo, era preciso ser calmo como um santo para completar o jogo. Arrancar, sem querer, a ponta de uma erva daninha fazia o seu Smurf morrer instantaneamente.

Muitos especulam o que Peyo, o criador dos Smurfs, pensaria no “bônus” escondido no jogo: voltar brevemente à última tela do jogo fazia as roupas da Smurfette desaparecerem. Uma obscenidade num jogo infantil pode ser agressiva, mas não tão desagradável quanto jogar o detestável Smurf Rescue.

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Os 10 piores games de todos os tempos (parte 1)

A revista americana PCWORLD publicou na edição de novembro os 10 piores games de todos os tempos. Os motivos são variados, mas a maioria concordou.

Como não vou simplesmente citar o nome dos vencedores de tamanha honraria, vou dividir o post em 3 partes para não ficar muito grande.

1 – E.T.: The Extra-Terrestrial (Atari, 1982) Cerca de um terço dos entrevistados chegaram com este título na ponta da língua e não é difícil identificar a razão. Não importa como seja classificado, E.T. foi um produto tenebroso que merecia ser enterrado (e ao que tudo indica o foi, tão rápido quanto seu lançamento).

Na época, a Atari produziu 4 milhões de cartuchos – e para quem teve a infelicidade de comprar o cartucho – o desenvolvimento às pressas ficou evidente na tela. Todos os que opinaram sobre o jogo destacaram os buracos em que o jogador, controlando o E.T., caía e podia depois levitar para sair dele, o que deixava o game pateticamente monótono.

A aposta da Atari ainda não foi saldada. Menos de 40% dos cartuchos foram vendidos, o que causou um rombo financeiro que resultou na bancarrota da Atari em 1984.

2 – Super Columbine Massacre RPG (Danny Ledonne, 2005) Jogos violentos inspiram atos violentos no mundo real? Ninguém sabe ao certo. Atos violentos do mundo real inspiraram games violentos? Com certeza.

Um jogo dos mais recentes, o Super Columbine Massacre RPG (ou SCMRPG) recriou o massacre realizado pelos amigos Eric Harris e Dylan Klebold no colégio Columbine, em Littleton, Colorado, sob a perspectiva dos dois adolescentes perturbados. O conteúdo do jogo deriva das cenas de vídeo do acontecimento, do diário da dupla e cita várias figuras da mídia. O criador, Danny Ledronne, se esforçou para dar um ar de verossimilhança – apesar da parte do jogo que mostra Harris e Klebold embarcando em aventuras no outro mundo.

3 – Custer’s Revenge (Mystique, 1982) Não dá pra imaginar o se passava na cabeça da Mystique: criar um jogo para adultos sob um conhecido selo pornográfico (Swedish Erótica) para uma plataforma conhecida por seus títulos de caráter familiar (o Atari 2600). Sexo, inovação e um esperançoso toque de escândalo deveriam tornar o jogo um sucesso, certo?

Bem, pelo menos não no caso do Custer’s Revenge, um game que estrelava o quase completamente nu General Custer (ele vestia somente botas e chapéu) e uma também quase completamente nua mulher nativa americana (ela trajava uma bandana com penas). Sua tarefa era guiar Custer através de uma chuva de flechas e um campo de cactos para alcançar a mulher e fazer acontecer “aquilo” que se espera de uma produção da Swedish Erotica.

O jogo não era só desnecessariamente difícil e o objetivo final questionável em diversos aspectos, mas os gráficos rudes do jogo davam a impressão se estar controlando uma versão bizarra do Lego.

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Que coisa mais feia!

A qualidade não é uma das melhores, mas dá pra assistir na boa. A Tati Quebra Barraco vai até um programa em Pernambuco pra cantar, mas se recusa a cantar mais de uma vez e sai do palco. Acho que ela tá se sentindo Frank Sinatra… bons modos e um pouco mais de humildade faz muito bem de vem em quando!

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10 boas dicas para as fotos do Reveillon

Vem aí o Reveillon e com ele a necessidade de registrar o momento com boas fotos. Separei as 10 melhores dicas para facilitar esse momento, veja só:

1) Enquadramento
Tente fugir do clichê de colocar o assunto sempre no meio da foto. Desclocar o objeto principal da imagem pode fazer toda a diferença para deixá-la mais interessante.

Divida mentalmente o visor da câmera em três colunas e três linhas, como em um jogo da velha. As intersecções das linhas são os pontos mais interessenantes da sua foto. As linhas em si também mostram pontos de destaque, para colocar os olhos de uma pessoa ou o horizonte, por exemplo.

2) Flash desnecessário
Uma das coisas mais complicadas na fotografia é aprender a usar o flash de forma correta. Usar o flash muito em cima pode deixar a foto toda clara, e muito longe, escura.

Lembre-se que o flash tem um alcance limitado, de normalmente três a cinco metros, às vezes um pouco mais. Não adianta deixar o flash ligado em uma foto onde o foco é um objeto a 30 metros.

Um bom exemplo de mau uso do flash são shows. Em linhas gerais, não é necessário luz extra alguma nesse caso. A luz do palco é mais do que suficiente para sua foto. Usar flash só vai iluminar as cabeças de quem está na sua frente, fazendo sumir o resto.

3) Flash necessário
Um ambiente escuro não é o único lugar onde o flash é um acessório necessário. Em uma foto contra-luz, por exemplo, o flash pode ser usado como preenchimento.

Quando você for tirar uma fotografia de alguém com uma fonte de luz ao fundo, como o sol, por exemplo, você pode notal que o sol vai ficar brilhante e somente a silhueta da pessoa vai aparecer. Neste caso o flash irá suprir a falta de luz, deixando ambos visíveis.

4) Cuidado com o fundo
Tenha muito cuidado ao selecionar o local onde você vai tirar um retrato. A escolha do que aparece ao fundo é tão importante quando o que vem em primeiro plano.

Cores vibrantes, linhas e outros objetos podem interferir ou tirar a atenção do foco. Um erro engraçado, porém muito comum, é tirar foto de uma pessoa em frente a uma árvore onde os galhos parecem formar chifres sobre sua cabeça.

5) Retratos
Aproxime-se. Quando o assunto é uma pessoa, o que se quer mostrar é, oras, a pessoa. Não tenha medo de chegar perto. Se quiser, pode até cortar um pouco da parte de cima da cabeça. A esta distância é possível reparar em detalhes como sardas e cílios. O que não pode acontecer é aquele monte de nada na volta e um pequeno sujeito no meio.

6) Olhe nos olhos
Tire fotos na altura dos olhos da pessoa. Para tirar foto de criança fique de joelhos, sente, atire-se no chão. Faça o necessário para ficar ao nível dela.

7) Fotos verticais
Muitos assuntos exigem uma foto vertical. Se o foco tiver mais linhas verticais, como um farol ou uma escada, vire a câmera.

8) Aproveite a luz
Não há luz mais bonita que a luz natural do sol. Sempre que puder, aproveite-a. Posicione-se de forma a deixar a fonte de luz à suas costas, aproveitando assim a iluminação. É impressionante quanta diferença pode fazer um simples passo para o lado.

A luz difusa de um dia nublado é excelente para realçar cores e suavisar contornos, sendo excelente para tirar retrados.

É preciso de muito cuidado ao usar o flash. A luz dele, além de forte, tem uma cor diferente a do ambiente. Uma luz dura vai deixar rugas e imperfeições muito mais aparente. Já notou como sempre se fica feio em foto 3×4? Eis a resposta.

9) Cor
A maioria das câmeras digitais vêm com controle de cor, ou white balance. Esse controle de cor faz com que o branco seja realmente branco sob determinada fonte de luz. Mas as configurações pré-selecionadas da câmera nem sempre são as mais indicadas para quem quer fidelidade.

A configuração para dias ensolarados, normalmente indicada por um pequeno sol, dá um tom mais amarelado às fotos. Essa tonalidade dá uma sensação de calor e afeto, tornando a foto mais interessante sob determinados aspectos.

Experimente bastante o controle de cor até acertar o que mais se adequa ao que você quer.

10) Experimente
Não há melhor dica do que esta: experimente. O segredo da fotografia está na tentativa e erro. Leia de cabo a rabo o manual da sua câmera, para saber tudo que ela é capaz, e tente todas as configurações possíveis.

A fotografia é muito subjetiva, não há regras. O mais importante é aprender a dominar a luz e sua câmera, para depois fazer o que quiser.
Fonte: Terra

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Entendendo as marcas das empresas

Você poderia pensar que a flecha era um mero detalhe. Mas com ela, a amazon.com quer passar a idéia de que tem tudo de um “a” a “z” e ela também representa o sorriso trazido a satisfação do cliente.

A ighty-20 é uma pequena companhia de consultoria que faz modelagem financeira sofisticada e trabalho de banco de dados sólido. Todo o seu trabalho é altamente quantitativo, eles confiam pouco no poder computacional, e o logotipo está destinado a transmitir essa idéia.

A gente primeiro percebe que 20 % dos quadrados são escurecidos, mas depois percebemos que não é nada disso depois de contá-los. O truque é que devemos examinar os quadrados escuros como número 1 e os quadrados leves como 0. Então na linha superior lê-se 1010000 e na linha de baixo lê-se 0010100, que representam 80 e 20 no código binário.

Notaram um símbolo oculto no logotipo da Expresso Federal?

Estou me referido à ‘flecha’ que você pode ver entre o “E” e o “x” neste logotipo. A flecha foi introduzida para sublinhar a velocidade e a precisão, que são a base do posicionamento da companhia.

O logotipo de SUN Microsystems é um maravilhoso exemplo de simetria e ordem. Bem sacada a combinação que é feita com as letras ‘u’ e ‘n’ que é percebida dessa forma se visualizada uma ao lado da outra, mas quando visto na posição perpendicular, podemos ler também a letra S. Espetacular.

Esse logotipo foi criado para um jogo de quebra-cabeça chamado Cluenatic. Este jogo implica no desfecho de quatro pistas. O logotipo tem as letras C, L, U e E arrumado como um labirinto. e de uma distância, o logotipo parece a uma chave.
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Som para relaxar

Existe um site onde você escolhe sons agradáveis para escutar enquanto trabalha no computador. São vários sons… de passaros cantando, água correndo, chuva, mar, entre outros. A intenção é criar um som suavizante que permita que você relaxe.

É fácil, ao entrar no site espere carregar uma barrinha igual a que aparece na imagem acima, em seguida você vai escolhendo os sons e a intensidade. Experimenta, clica aqui!

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