Cada exército tem sua própria maneira de se despedir daqueles que pereceram. Muitas vezes, isso envolve algum tipo de movimento sincronizado e uniformizado, seguido por uma música.
No caso da polícia queniana, a música é realmente péssima, pelo menos desta vez. O trompetista falha praticamente na primeira nota e, mesmo assim, insiste em tentar tocar apesar da dor.

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