A febre do álbum oficial da Copa do Mundo de 2026 mal começou e já virou alvo de polêmica. Sites e vendedores online passaram a oferecer figurinhas não oficiais, produzidas sem autorização da FIFA ou da Panini, empresa responsável pela coleção. As versões “piratas” começaram a circular principalmente em marketplaces e redes sociais, atraindo colecionadores pela promessa de preços menores e maior facilidade para completar o álbum.
O problema é que muitos compradores acabam sendo enganados sem perceber. Algumas dessas figurinhas imitam com bastante fidelidade o visual original, o que dificulta identificar a falsificação. Em um vídeo que circula nas redes, um colecionador mostra justamente o momento em que encontra uma figurinha falsa misturada entre cromos originais, evidenciando como as cópias conseguem passar despercebidas à primeira vista. Além da qualidade inferior de impressão, especialistas alertam que os itens piratas não possuem valor oficial para colecionadores e podem comprometer a tradicional experiência de troca entre fãs.
La impresión pirata de las láminas del álbum del Mundial Panini se está saliendo de control pic.twitter.com/5d1sVwx48x
— Chibcholandia | Realismo Criollo (@chibcholandia) May 9, 2026
Está reaberto um velho debate sobre pirataria no universo dos álbuns de figurinhas, especialmente em anos de Mundial, quando a procura dispara em vários países. A coleção da Copa costuma movimentar milhões de exemplares ao redor do planeta e mobiliza tanto crianças quanto adultos. Com o crescimento do comércio digital e das vendas informais pela internet, a expectativa é que a fiscalização sobre produtos falsificados também aumente nos próximos meses.

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