Sobrevivendo com metade do crânio

Como todo garoto de três anos, Tom Trueman está sujeito a quedas constantes, resultado das brincadeiras e travessias típicas da idade. Mas no seu caso, cada queda pode ser fatal – por isso ele vive com um capacete desde o momento que acorda.

Tom, já passou por dez cirurgias, teve a metade de seu crânio removido depois que uma infecção hospitalar, que atacou a maioria dos ossos de sua cabeça.

Os médicos advertiram os pais de Tom sobre os riscos e cuidados que devem tomar com o menino, uma batida ou queda podem causar danos cerebrais permanentes ou ainda, ser fatal.

Tom usa um capacete amortecedor, feito com espuma anti-shock que reduz o risco de danos cerebrais em até 90%, apesar de pesar menos do que um saco do açúcar. Sem ele, Tom teria somente a pele e seu cabelo para protegê-lo.

Tom sofre da “Sindrome de Apert”, uma condição genética que afeta um em 65.000 bebês e não permite o crescimento natural dos ossos. Ele ainda usará o capacete por pelo menos um ano, antes que os médicos possam avaliar o nível do crescimento de seu cérebro.

O que quer que aconteça, é quase certo que ele precisará de uma série das operações para reconstruir sua cabeça até que pare de crescer até a sua adolescência.

Durante os próximos anos, ele tem que dormir em uma cama com um protetor especial para evitar que caia dela, frequentar uma escola especial onde os professores sabem do seu problema e lhe dão total atenção. Mas sua mãe espera que um dia tudo isso acabe e conta com a força do seu filho, que segundo ela, é um guerreiro.

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