Woodstock: imagens e curiosidades mesmo após 39 anos

O Festival de Música e Artes de Woodstock foi o mais importante festival de música de sua época e sem dúvida, um dos maiores do mundo.

Para quem não sabe, ele ocorreu numa fazenda em Bethel, Nova Iorque, durante os dias 15, 16 e 17 de agosto de 1969 e, embora tenha sido projetado para 50 000 pessoas, mais de 400 mil compareceram, a maioria das quais não pagaram o ingresso. Todo o evento provocou uma grande balbúrdia, com rodovias congestionadas e Bethel sendo ocasionalmente considerada “área de calamidade pública”

Sinônimo de liberdade, Woodstock recebeu a participação de vários movimentos, como: hippie, folk, rock e blues, representando a diversidade e a contestação ao conservadorismo da época. Mas hoje, como seria um “novo Woodstock”? Será que teríamos os grungies, os EMOS, os funkers, darks, góticos, hippies, rockers ou seria mais um dos tradicionais mega-shows que ocorrem em estádios de futebol?

Clique aqui e veja várias fotos e curiosidades sobre o evento.

Pesquisando na Wiki, pude descobrir várias curiosidades sobre o mega-evento:

– A banda Grateful Dead tocou durante a chuva. Alguns membros da banda tomaram choques durante a sua apresentação e Phil Lesh (o baixista) ouviu o rádio de transmissão de um helicóptero através do amplificador de seu baixo enquanto tocava.

– The Doors inicialmente concordaram em tocar pois acharam que o festival fosse ocorrer no Central Park, mas decidiram ir contra a idéia quando souberam que o festival ocorreria em uma fazenda isolada da cidade. Além disso, Morrison tinha a idéia de que alguém atiraria nele e o mataria quando o mesmo pisasse no palco. No entanto, o baterista John Densmore compareceu no festival; no filme, ele pode ser visto ao lado do palco durante a apresentação de Joe Cocker, quando esse cantava o hino lisérgico “Let’s Go Get Stoned”.

– O grande Jimi Hendrix estava agendado para tocar no domingo, mas, pelas ocorrências inesperadas, acabaram por tocar na manhã de segunda-feira, quando restavam apenas 35.000 pessoas.

– Apesar do festival ter abrangido uma multidão de 500.000 pessoas, apenas 200 pessoas foram presas no local por ofensas, mesmo estando sob os efeitos incontestáveis das drogas.

– Foram documentadas apenas duas mortes no festival: uma pessoa morreu de overdose, a segunda pessoa morreu ao ser atropelada por um trator enquanto dormia no campo. Algumas fontes afirmam que há uma terceira morte, de que uma pessoa que morreu devido a uma apendicite, mas isso ainda não foi provado.

– A banda canadense Lighthouse estava certa de que tocaria no festival, mas, no final, acabaram decidindo por não tocar, pois temeram que aquilo fosse uma cena ruim para a banda. Mais tarde, alguns membros do grupo disseram que se arrependeram da decisão.

– Os promotores entraram em contato com John Lennon, pedindo para que os The Beatles tocassem no festival. Lennon disse que os Beatles não tocariam no festival a não ser se a Plastic Ono Band, da Yoko Ono, também pudesse tocar. Os promotores o recusaram.

– Para comemorar os 25 anos do superevento, 250 mil pessoas se reuniram no Woodstock ’94, em Saugerties, a 135 km de Nova York. Pagaram 135 dólares para ouvir 40 bandas, entre eles o Nine Inch Nails, Aerosmith, Metallica, Green Day, Red Hot Chili Peppers e músicos como Peter Gabriel, Carlos Santana e Joe Cocker. Outra edição ocorreu em 1999, registrando altos índices de violência. O evento mostrou-se economicamente inviável, e foi a última tentativa, fracassada, de reviver o mito de “paz e amor” do Woodstock original.

– O Brasil também tentou emular a aura hippie. Em 1971, na cidade de Guarapari, foi realizado o “Festival de Verão de Guarapari”, que, devido à falta de verbas dos organizadores foi um fracasso retumbante.

Já em janeiro de 1975, na Fazenda Santa Virgínia, em Iacanga, interior de São Paulo, aconteceu o primeiro “Festival de Águas Claras”, também anunciado como o pretenso “Woodstock brasileiro”.

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