Zoológicos humanos exploravam negros como animais selvagens

Hoje, 20 de novembro, é conhecido com o Dia da Consciência Negra, um dia marcado para repercutir discussões e ações para combater o racismo e a desigualdade social no Brasil. Além disso, também marca avanços na luta do povo negro e celebra a cultura afro-brasileira. Porém, a estrutura racista permaneceu (e ainda permanece) na nossa sociedade por muitos anos e a história está aí para lembrar. Por exemplo, pouca gente sabe, mas um dia já existiu um zoológico cuja finalidade era exibir negros, índios e esquimós como animais.

A partir de 1935, a Europa começou a receber esses zoológicos. Neles, pessoas brancas passeavam por uma área aberta enquanto observavam curiosamente pessoas aprisionadas e escravizadas.

Até o início do século 20, os africanos foram mantidos em zoos em Antuérpia, Basileia, Berlim e Londres. Andavam trajados tipicamente e eram obrigados a levar um estilo de vida primitivo: plantando, fazendo esteiras e cozinhando.


Apesar de terem acabado durante a Segunda Guerra Mundial, os zoológicos humanos foram responsáveis pela morte de vários negros em cativeiro.

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