Celular e relógio se transformam em dinheiro

Lançado em 1994 e conhecido como Octopus, o chip funcionava inicialmente apenas como um cartão válido nas linhas de transporte público.

Mas seu uso popularizou-se de tal forma que hoje ele serve como documento de identificação e é aceito para compras em supermercados, máquinas automáticas e grandes redes como McDonalds, Starbucks ou SevenEleven.

Com o chip é possível pagar sem abrir a carteira. Ele funciona a ondas de rádio, e basta posicioná-lo por alguns segundos próximo à máquina leitora que o valor da conta é automaticamente descontado dos créditos.

A versão mais popular é o cartão, mas também existem chaveiros, celulares e relógios. No caso do último, o usuário só precisa estender o braço para ter literalmente os desejos atendidos.

O sistema de Hong Kong realiza diariamente 9,2 milhões de transações.

“Não existem mais razões para usarmos moedas. O único impedimento real para a aceitação do dinheiro eletrônico é a padronização e o alto potêncial a fraudes”, pondera David Zach, mestre em Estudos do Futuro pela Universidade de Huston Clear Lake, no Texas, Estados Unidos.

Os 13 milhões de usuários do Octopus podem pagar parquímetros com o chip e não precisam ter troco no bolso. Talvez por isso faça cada vez mais sentido a piada dita por um chinês anônimo na rua: “Aqui em Hong Kong só circulam moedas raras, pois é muito rara a circulação de moedas”.

Imagino que aqui no Brasil, logo ia virar moeda de negociação, assim como foram os vales-transportes, passes escolares etc.

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