Na Somália, crianças viram soldados armados para aliados americanos

Awil Salah Osman é um garoto comum na Somália. Ele se parece com tantos outros meninos da sua idade, mas é bem diferente. Armado com um rifle Kalashnikov, devidamente municiado, o menino de 12 anos é responsável por um posto militar, cuja função principal é parar motoristas que tentam entrar no território. Os funcionários do governo admitem que a necessidade de construir um exército permanente, acaba não discriminando seus participantes.

Está achando a história esquisita? Infelizmente, o fato é bem verdadeiro e virou motivo de matéria do The New York Times. Rebeldes radicais islâmicos na Somália arrancam crianças dos campos de futebol e das brincadeiras infantis para transformá-los em combatentes.

Awil não é um rebelde. Ele trabalha para o Governo Federal de Transição da Somália, uma força militar armada e financiada pelos Estados Unidos, e recebe cerca de US$ 1,50 por dia. Mas centenas de outras crianças fazem parte da linha de frente na África.

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