Pesquisadores da NASA anunciaram ter encontrado sinais promissores de que Marte já pode ter abrigado formas de vida microscópicas no passado. As evidências vêm de amostras coletadas pelo rover Perseverance, em 2024, que revelaram uma possível assinatura biológica, um indício químico que sugere a presença de organismos antigos.

Segundo o administrador da agência, Sean Duffy, trata-se de um marco histórico que pode mudar a forma como entendemos o planeta vermelho. Ainda assim, ele destacou que os resultados não devem ser confundidos com uma confirmação definitiva: os cientistas continuam investigando para eliminar explicações alternativas que não envolvam a existência de vida.
Esse achado é considerado até agora o mais convincente já registrado pela missão em Marte e reforça a importância de futuras análises e missões de retorno de amostras. Para os especialistas, mesmo que não seja a prova final, a descoberta abre novas perspectivas sobre a possibilidade de vida fora da Terra e amplia o interesse na exploração espacial.

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