Quem faz, ou conhece alguém que faz diálise sabe o quanto é sofrível todo aquele processo. Para quem não sabe, pacientes cujos rins perderam a capacidade de extrair as toxinas do sangue, e com isso acabam tendo um aumento no nível de substâncias indesejadas no corpo, precisam constantemente limpar o sangue. Hoje, todo o processo leva cerca de cinco horas e é administrado por uma máquina que injeta cerca de oito litros de um líquido na cavidade abdominal, que em contato com o peritônio, absorve as toxinas do sangue. Em seguida este líquido é retirado e descartado.A grande novidade vem de uma empresa da Cingapura, em parceria com a Universidade da Califórnia. Juntos eles desenvolveram um colete que promete revolucionar o cenário para tratamento de pacientes com doenças crônicas renais. Bem diferente do que ocorre com a diálise convencional, o colete utiliza apenas um litro. Neste caso, a substância é reciclada e reintroduzida no corpo.
De acordo com o Dr. Gordon Ku, os pacientes “terão diálise contínua e não precisarão fazer as três visitas semanais aos centros de diálise”. Ele ainda explicou a BBC que, o colete permite a remoção total das toxinas, mantendo um estado metabólico e bioquímico constante, evitando assim, mudanças abruptas nesses parâmetros. Fantástico, não?
A empresa estima comercializar o produto em 2011, por aproximadamente R$ 2,5 mil e R$ 4 mil.

QUEM FAZ
Que ótimo!!! Excelente notícia!!!
Sinceramente acho meio fake, para 2011 piorou. Acho que a tecnologia seja viável mas mas tão cedo e sem acompanhamento médico, acho difícil.
ucardz, teu comentário é totalmente sem nexo.
Achei ótimo, até pq faço diálise (peritonial) e toda a noite ficar 10 horas dialisando é cansativo. Tomara que este colete esteja logo no mercado.
“fake”…. odeio esse termo, por causa disso…
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Boa notícia, mais 2011 tá longe demais.
Achei meio difícil, porque como você vai colocar uma agulha no seu braço sem ajuda ou se for o caso de uma diálise peritoneal mais complicado ainda. Acho a idéia válida para casos de emergência, sem querer desmerecer a pesquisa.