Os cientistas se superaram. Vem aí a diálise móvel

Quem faz, ou conhece alguém que faz diálise sabe o quanto é sofrível todo aquele processo. Para quem não sabe, pacientes cujos rins perderam a capacidade de extrair as toxinas do sangue, e com isso acabam tendo um aumento no nível de substâncias indesejadas no corpo, precisam constantemente limpar o sangue. Hoje, todo o processo leva cerca de cinco horas e é administrado por uma máquina que injeta cerca de oito litros de um líquido na cavidade abdominal, que em contato com o peritônio, absorve as toxinas do sangue. Em seguida este líquido é retirado e descartado.

A grande novidade vem de uma empresa da Cingapura, em parceria com a Universidade da Califórnia. Juntos eles desenvolveram um colete que promete revolucionar o cenário para tratamento de pacientes com doenças crônicas renais. Bem diferente do que ocorre com a diálise convencional, o colete utiliza apenas um litro. Neste caso, a substância é reciclada e reintroduzida no corpo.

De acordo com o Dr. Gordon Ku, os pacientes “terão diálise contínua e não precisarão fazer as três visitas semanais aos centros de diálise”. Ele ainda explicou a BBC que, o colete permite a remoção total das toxinas, mantendo um estado metabólico e bioquímico constante, evitando assim, mudanças abruptas nesses parâmetros. Fantástico, não?

A empresa estima comercializar o produto em 2011, por aproximadamente R$ 2,5 mil e R$ 4 mil.

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