Pais de menina doente tentam impedir crescimento da filha

O caso da menina americana Ashley, de 9 anos, cujos pais defendem o tratamento a que a filha é submetida para interromper seu crescimento, devido a uma deficiência severa, causou reações de grupos de defesa dos deficientes, de médicos e religiosos, que criticaram a iniciativa, inclusive denominando-a de eugenia.

Ashley, natural do Estado de Washington (noroeste dos EUA), nasceu com uma rara doença cerebral conhecida como encefalopatia estática, que a deixou permanentemente no estado mental de um bebê de três meses.

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