Se vestir de crocodilo pode ser perigoso…

Quando o Dr. Brady Barr resolveu se vestir como um crocodilo, ele tinha somente uma certeza, o disfarce precisava ser muito bom, caso contrário ele seria somente mais uma refeição.

O veterinário vestiu seu equipamento bizarro na esperança ver de perto o comportamento de uma colônia de crocodilos do Nile (que podem crescer até 6,0 metros).

Seu disfarce foi composto por uma cabeça protética feita de fibra de vidro unida à parte dianteira de uma gaiola de metal coberta com uma lona e uma generosa camada de esterco de hipopótamo para mascarar o seu ‘odor humano’.

Protegido, Brady Barr rastejou até os colegas répteis. O momento mais dramático em seu documentário ocorreu quando ele se aproximou do maior crocodilo do rio – e equivocadamente fez um movimento repentino. O crocodilo de repente virou-se para enfrentá-lo ‘cabeça à cabeça’. Dr. Barr então sussurra em seu microfone: ‘Meu Deus, o grande está vindo em minha direção. Seus olhos estão fixos em mim. Eu realmente estou nervoso!’

O veterinário estava a ponto de recuar, quando outro crocodilo move-se para atrás dele. Dr. Barr (suando) sussurra para a produção: ‘Agora estou ferrado, entre dois crocodilos gigantes. Quão próximo está o que está atrás de mim?’

A resposta vem em seguida: ‘Ao lado de seu pé direito.’

‘Então é perigoso para mim levantar e me mover, certo?’ ‘Eu diria que sim!”, responde à produção.

Doutor Barr, 44 anos, tenta ser o único a ter estudado as 23 espécies de répteis, entre – crocodilos, aligatores e caymans. Para a sua última aventura, ele viajou à Tanzânia, onde os crocodilos do Nilo descansam em buracos de lama de barranco durante a seca e amontoados um em cima de outro em tocas.

Quando eles sentiram o cheiro de hipopótamo, não houve dúvida – influenciados pelo forte cheiro de esterco, eles ficaram extremamente calmos. ‘Essa foi uma situação muito perigosa’ Disse Barr.

Por fim, ele conseguiu se infiltrar numa toca com crocodilos e colocou em seus rabos um pequeno chip que permite controlam a sua atividade e dão aos cientistas informações biológicas como as temperaturas nas suas tocas, por exemplo.

Pelo menos um terço de toda a espécie de crocodilos é posto em perigo, e as atividades extraordinárias de Barr tem o objetivo de trazer a atenção mundial à essa condição.

‘Rastejar até os crocodilos não foi nada fácil,’ ele disse. ‘Foi muito difícil entrar na toca.’

‘Sei que estou procurando encrenca. Estou ficando velho e lento demais para isso. Estou começando a me convencer que não posso continuar correndo tanto risco como tenho corrido.”

Cada doido com sua mania…

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